Logo R7.com
RecordPlus

Suspeito de matar médico Roberto Kikawa tem prisão decretada

Kikawa foi assassinado em 10 de novembro em uma tentativa de assalto no Ipiranga, em São Paulo. Suspeito está foragido, diz a polícia

São Paulo|Plínio Aguiar, do R7, com Julyanne Jucá, da Agência Record

  • Google News
Médico, Roberto Kikawa foi assassinado em tentativa de assalto, em novembro
Médico, Roberto Kikawa foi assassinado em tentativa de assalto, em novembro

A Polícia Civil de São Paulo expediu um mandado de prisão preventiva contra um suspeito de participação na morte do médico Roberto Kikawa, de 48 anos, assassinado em uma tentativa de assalto no Ipiranga, na zona sul da capital paulista, no dia 10 de novembro. O suspeito está foragido.

Em nota, a SSP (Secretaria de Segurança Pública) informou que o 17° DP (Ipiranga), que investiga o caso, relatou um inquérito à Justiça no dia 5 de dezembro. Na ocasião, o suspeito citado teve a prisão preventiva decretada. “As diligências continuam com o objetivo de localizá-lo."


Um adolescente foi apreendido por suspeita de participação no crime, mas ele não foi reconhecido pelas vítimas sobreviventes.

Leia mais: Polícia identifica suspeito de atirar em médico durante assalto


O médico foi morto a tiros na noite de 10 de novembro, após a tentativa de assalto. Kikawa estava no carro com sua secretária no momento em que foi baleado. Ele chegou a ser socorrido e encaminhado ao Hospital Ipiranga, mas não resistiu aos ferimentos.

O delegado responsável, Wilson Roberto Zampieri, informou que a principal linha de investigação da polícia é a hipótese de latrocínio, o roubo seguido de morte. Além disso, câmeras de segurança registraram o momento da abordagem em que os suspeitos gritam “você é parça”, “você é policial”.


Veja também: Suspeito de atirar em médico ainda estaria em Heliópolis, diz delegado

Carreira


O médico ficou conhecido ao construir unidades móveis de exame de saúde dentro de carretas. Em 2008, ele fundou a CIES Global, que começou com um carro, fazendo atendimento em locais carentes. Passados dez anos, a iniciativa de Kikawa tinha atendido mais de dois milhões de pacientes — o projeto possui cerca de 600 profissionais de saúde.

Por meio de nota, a entidade lamentou a morte de seu fundador, afirmando que ele “foi vítima da violência da cidade de São Paulo, após o disparo de tiros em um assalto”.

Últimas


Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.