Apenas seis estados e o DF se adequam às exigências do teste do pezinho
‘Não tenha dó de furar seu filho’, avisa mãe de garoto com 12 anos que possui doença rara identificável pelo exame
Saúde|Do R7, com RECORD NEWS
LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA
Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7
Um dos momentos mais importantes dentro dos primeiros cinco dias de vida de um recém-nascido é a realização do teste do pezinho. Gratuito e obrigatório por lei federal em todo o país, o exame expandiu o catálogo de doenças detectáveis na rede pública de 6 para 50 em 2021. Contudo, apenas seis estados e o Distrito Federal cumprem as exigências do teste.
Minas Gerais e Mato Grosso do Sul também constam na pequena lista de aprovados. O estado do Rio de Janeiro também é um exemplo da aplicação do exame. Cerca de 10 mil análises são coletadas todo mês e o estado foi o primeiro a ampliar o número de doenças raras detectadas.

“É nossa responsabilidade, enquanto sociedade civil, batalhar pelo cumprimento dessa lei, para transformar e salvar a vida de milhares de crianças”, afirmou o diretor do Iname (Instituto Nacional da Atrofia Muscular Espinhal), Gabriel Guimarães.
Doenças como a AME (Atrofia Muscular Espinhal) e a acidúria glutárica tipo 1 podem ser identificadas por meio do teste. Davi tem 12 anos e enfrenta esta última condição, a qual, até 2021, não era possível descobrir antes dos primeiros sintomas.
Após tantas lutas e conquistas, a mãe do garoto, Tamara Azevedo, faz um alerta: “Não tenha dó de furar seu filho, porque se ele tiver uma sequela de uma doença que poderia ter sido evitada por causa de 5 gotas, ele vai ter muito mais dores”.
Análises, entrevistas e as notícias do Brasil e do mundo estão na RECORD NEWS. Acesse o site aqui e confira os principais conteúdos em texto e vídeo!













