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Crivella se reúne com comitê para discutir reabertura gradual no Rio

Prefeito anunciou cortes em contratos e gratificações. Ele pretende conversar com presidentes de clubes de futebol para tratar de volta aos treinos

Coronavírus|Raíza Chaves, do R7* com Record TV Rio

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Prefeito vai adotar novas medidas fiscais
Prefeito vai adotar novas medidas fiscais

O prefeito Marcelo Crivella se reúne com o comitê científico na tarde desta sexta-feira (22) para discutir novas medidas para a reabertura gradual do comércio no Rio de Janeiro durante o enfrentamento do coronavírus.

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Em entrevista à Record TV Rio, o prefeito confirmou que vai detalhar o plano neste sábado (23). 

Para Crivella, é possível pensar em uma reabertura por setores da economia com mais facilidade de controle e menos risco de contágio pelo vírus.


"Tendo em vista que as medidas que nós tomamos estão dando resultado e que a curva está mostrando uma queda na velocidade de contágio, nós precisamos sinalizar para o comércio de que estamos planejando o retorno. É muito importante para as pessoas que investem em suas lojas, no shopping ou na rua, terem a perspectiva de voltarem", disse.

Contratos e gratificações 


Em razão da baixa arrecadação do município por conta da quarentena, o prefeito anunciou cortes em gratificações de funcionários da Prefeitura, que vão gerar uma economia de R$ 7 milhões.

Além disso, será suspenso o auxílio-transporte para quem está trabalhando em casa com intuito de economizar mais R$ 11 milhões.


O prefeito também afirmou que 25% dos contratos de prestação de serviços serão revisados ou renegociados. Para equilibrar as contas, Crivella ainda espera receber uma ajuda de R$ 600 milhões do governo federal.

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Crivella adiantou ainda que, no domingo (24), vai se encontrar com os presidentes de clubes de futebol do Rio para estabelecer os critérios para o retorno aos treinos.

Contratação de médicos

O prefeito afirmou que mais 600 médicos estarão nos hospitais do Rio na próxima semana:

"Estamos abrindo mais leitos no Hospital Municipal Ronaldo Gazolla, em Acari, na zona norte, e no Hospital de Campanha do Riocentro, na zona oeste do Rio. Somando os dois, são 880 leitos, fora os que temos em outros hospitais, vamos passar de 1000 leitos, e isso é muito importante para a cidade".

*Sob supervisão de Bruna Oliveira

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