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Escândalo PIP: tribunal rejeita recursos da defesa e processo continua

Recursos foram considerados "carentes de caráter sério"

Saúde|Do R7

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Mais de 5.200 mulheres processam a marca de silicone PIP
Mais de 5.200 mulheres processam a marca de silicone PIP

O tribunal correcional de Marselha, que julga desde quarta-feira (17) o caso das próteses mamárias adulteradas da empresa francesa PIP, rejeitou nesta quinta-feira dois recursos de constitucionalidade apresentados pela defesa e, assim, o processo continua.

No início da audiência desta quinta-feira, a juíza Claude Vieillard, que preside o tribunal, rejeitou o pedido dos advogados de dois acusados, que desejavam a transmissão ao tribunal de cassação de dois questionamentos de constitucionalidade.

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Os advogados de Hannelore Font e Claude Couty, diretores da PIP, argumentavam que a maneira como a promotoria organizou o procedimento afeta os direitos da defesa.

Depois de deliberar, o tribunal rejeitou os recursos, que foram considerados "carentes de caráter sério".

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Os mecanismos da fraude das próteses de silicone PIP

"Portanto, a audiência prossegue e o tribunal vai examinar agora os incidentes relevados pelos acusados", disse a juíza.

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Silicone pode facilitar diagnóstico de câncer de mama

Jean-Claude Mas, fundador da empresa PIP (Poly Implant Prothèse) e outros quatro diretores da companhia são processados por fraude pelo uso em implantes mamários um gel de silicone impróprio para uso médico.

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As próteses foram implantadas em dezenas de milhares de mulheres na França e no exterior, em particular na América Latina.

Os acusados podem ser condenados a até cinco anos de prisão. Mais de 5.200 mulheres processam a empresa.

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