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‘Ideal é que todos se vacinem o mais rápido possível’ contra a gripe, afirma infectologista

Aumento de casos de síndrome respiratória aguda grave no DF desde janeiro acende alerta para recirculação de vírus

Saúde|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Distrito Federal registra 1.445 casos de síndrome respiratória aguda grave desde janeiro.
  • A infectologista Raquel Muarrek alerta para a importância da vacinação para grupos prioritários.
  • A vacinação está disponível até 30 de maio e é crucial para evitar a gravidade dos casos.
  • Desafios no transporte globalizado de vírus podem aumentar riscos no outono, segundo a especialista.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

O Distrito Federal registrou 1.445 casos de síndrome respiratória aguda grave desde o mês de janeiro. Segundo a Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz), a capital permanece em nível de alerta. As ocorrências foram causadas por diversos vírus, como os da gripe e da Covid-19.

Em entrevista ao Jornal da Record News desta terça-feira (21), a infectologista Raquel Muarrek destaca que o rinovírus e o vírus sincicial respiratório também podem desencadear quadros graves, especialmente quando não há tratamento adequado no início dos sintomas.


Profissional de saúde com jaleco branco aplica vacina em idoso de camiseta clara e calça estampada. Mesa próxima contém caixas de insumos, seringas e recipientes de conservação. Ao fundo, outros trabalhadores atendem pessoas.
Campanha de vacinação está disponível até 30 de maio para grupos prioritários Reprodução/Record News

“Ideal é que todos se vacinem o mais rápido possível, porque o vírus circula e essa gravidade existe porque ela vai somando, caindo a imunidade do paciente, levando à maior gravidade e mais internações”, alerta. A campanha de vacinação está disponível até 30 de maio para grupos prioritários, que incluem idosos e crianças menores de cinco anos.

Além disso, a infectologista afirma que o Brasil enfrenta desafios no transporte globalizado dos vírus, que chegam ao país antes do outono. “Nós estamos expostos a um período em que a gente está na janela de iniciar a vacinação, então esse é o receio: a recirculação de vírus vindo de outros países para o nosso verão e indo para o nosso outono sem uma proteção vacinal adequada”, ressalta.


Para Raquel, o ideal é que a vacina seja disponibilizada de maneira “mais precoce”. Isso porque, após a imunização, o sistema imunológico leva aproximadamente duas semanas para combater o vírus sem causar a doença.

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