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Hantavírus: OMS supervisionará retirada de passageiros e tripulação de cruzeiro

Serviços de emergência da Espanha informou que os passageiros serão transferidos para uma zona completamente isolada

Internacional|Do Estadão Conteúdo

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor da OMS, supervisionará a retirada de passageiros de um cruzeiro afetado por hantavírus nas Ilhas Canárias.
  • Mais de 140 pessoas a bordo do MV Hondius devem desembarcar em Tenerife, onde não há, até o momento, sintomas da doença.
  • Três mortes foram registradas desde o início do surto, e cinco passageiros estão confirmados como infectados.
  • Passageiros sintomáticos serão isolados e monitorados, enquanto os assintomáticos passarão por quarentena domiciliar de seis semanas.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Três pessoas morreram desde o início do surto Reuters/Stringer/File Photo

O diretor da OMS (Organização Mundial da Saúde), Tedros Adhanom Ghebreyesus, deixou a capital da Espanha neste sábado (9) para supervisionar a retirada de mais de 140 passageiros e tripulantes de um cruzeiro afetado por hantavírus nas Ilhas Canárias, em Tenerife.

“Vamos supervisionar o desembarque seguro dos passageiros, dos membros da tripulação e dos peritos sanitários”, disse Tedros.


A expectativa é que o MV Hondius, de bandeira holandesa, chegue à ilha na madrugada de domingo (10). Tedros afirmou que, por enquanto, ninguém a bordo do cruzeiro apresentava sintomas do hantavírus.

“A OMS continuará monitorando ativamente a situação, coordenando o apoio e os próximos passos, e manterá informações sobre os Estados-membros e a população a respeito. Por enquanto, o risco para a população das Ilhas Canárias e o nível mundial será baixo”, publicou a organização no X.


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Três pessoas morreram desde o início do surto, e cinco passageiros que saíram do barco estão infectados com hantavírus. Tanto os Estados Unidos quanto o Reino Unido enviaram aviões para retirar seus cidadãos do cruzeiro.

A responsável pelos serviços de emergência da Espanha, Virginia Barcones, explicou que os passageiros serão transferidos para uma zona completamente isolada assim que desembarcarem.


O governo holandês trabalha com as autoridades espanholas e com a navegação para organizar a repatriação dos passageiros e tripulantes do país o mais cedo possível após a chegada a Tenerife, dependendo do seu estado de saúde e das recomendações do Centro Europeu para a Prevenção e o Controle de Enfermidades.

Aqueles que não apresentam sintomas permanecerão em quarentena domiciliar durante seis semanas e serão vigiados pelos serviços sanitários locais.


Como o barco tem bandeira neerlandesa, a Holanda tem ajudado a abrigar temporariamente pessoas de outras nacionalidades e a vigiá-las em quarentena.

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