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‘Não há nenhum motivo para preocupação’, diz infectologista sobre peste pneumônica

Suspeita da doença na Sibéria colocou autoridades de saúde em alerta após um possível acidente com material biológico

Saúde|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Suspeita de peste pneumônica na Sibéria após possível acidente em laboratório com material biológico.
  • Autoridades de saúde colocaram pessoas em quarentena após morte de pesquisadora devido à doença.
  • Infectologista Jamal Suleiman afirma que a doença é tratável com antibióticos e não há motivo para preocupação.
  • Pessoas expostas podem ser monitoradas e tratadas preventivamente com antibióticos.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Uma suspeita de peste pneumônica na Rússia colocou autoridades de saúde em alerta após um possível acidente envolvendo material biológico em um laboratório. O caso é investigado e pessoas que tiveram contato com a pesquisadora Darya Shipilova, 28 anos, morta em 2 de outubro devido à condição, foram colocadas em quarentena.

Em entrevista ao Jornal da Record News, o infectologista Jamal Suleiman, do Instituto Emílio Ribas, afirmou que a doença é causada pela bactéria Yersinia pestis e pode ser transmitida por pulgas contaminadas por roedores. Na forma pneumônica, a transmissão ocorre por via respiratória.

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Bactéria é vulnerável a antibióticos e o tratamento adequado reduz o risco de agravamento Reprodução/Record News

“Não é um problema grave, a não ser que você perca o controle, apareça num determinado lugar onde as pessoas não estão treinadas ou habituadas”, afirmou. Apesar da investigação na Rússia, Suleiman afirma que o cenário atual não indica risco de disseminação. “Mas, neste momento, eu vou reforçar: não há nenhum motivo para preocupação”, declarou.

De acordo com Suleiman, a bactéria é vulnerável a antibióticos e o tratamento adequado reduz o risco de agravamento. “Não é uma bactéria difícil de tratar. Na eventualidade de você ter essa forma pneumônica, a gente tem um monitoramento no mundo inteiro”, disse.

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O infectologista também explicou que pessoas expostas podem ser acompanhadas por equipes de vigilância e, dependendo do nível de exposição, receber antibióticos de forma preventiva. O período de monitoramento é de 14 a 21 dias.

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