Análise: SpaceX deixa de ser empresa de foguetes para se tornar infraestrutura orbital
Companhia do agora trilionário Elon Musk estreia na Bolsa de Nova York
Tecnologia e Ciência|Do R7, com RECORD NEWS
A SpaceX, de Elon Musk, estreou nesta sexta-feira (12) na Bolsa de Valores de Nova York, avaliada em US$ 1,75 trilhão (quase R$ 9 bilhões). Com esse valor, a empresa passaria a ocupar a oitava posição entre as companhias mais valiosas do mundo.
“Até no nível de comparação, o PIB do Brasil ano passado foi de US$ 2,25 trilhões. Próximo ao PIB de tudo que nós produzimos no país é o valor que uma empresa está valendo agora”, destaca o especialista Rafael Altomare.
Segundo especialistas, o otimismo dos investidores se dá por uma mudança na forma como o mercado enxerga a SpaceX, que deixou de ser vista apenas como uma fabricante de foguetes e foi associada ao potencial de integração entre as operações de inteligência artificial e os serviços da rede global de internet via satélite da Starlink.
Ao Conexão Record News, Altomare avalia os projetos futuros da empresa, que se baseiam em desenvolvimento de alta tecnologia e exploração do espaço. Muitos requerem uma arrecadação ainda maior que a já alcançada por Musk.
“A ideia é que todas essas conexões vão trazer benefícios para a humanidade. Ao longo do tempo, vai gastando mais, vai produzindo mais, e consequentemente esse custo se torna viável. [...] A SpaceX deixa de ser uma empresa de foguetes para se tornar uma infraestrutura orbital, bem diferente do que a gente está acostumado.”
Análises, entrevistas e as notícias do Brasil e do mundo estão na RECORD NEWS. Acesse o site aqui e confira os principais conteúdos em texto e vídeo!















