Bolívia corre contra o tempo para preservar um dos maiores sítios paleontológicos do mundo
Mais de 12 mil pegadas de diferentes espécies de dinossauros enfrentam o risco de se perderem para sempre após deslizamento
Tecnologia e Ciência|Do R7, com RECORD NEWS
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Fósseis e pegadas são tudo o que resta dos dinossauros, que há milhões de anos dominavam o planeta. Por meio desses registros pré-históricos, a humanidade reconstrói um passado do qual nunca participou e caminha ao lado de feras gigantescas. Porém, hoje a ação natural do clima pode apagar os frágeis resquícios.
Na Bolívia, por exemplo, um dos maiores sítios paleontológicos do mundo, com mais de 12 mil pegadas preservadas, agora está em risco de passar por uma “segunda extinção”. Após um deslizamento de terra soterrar o local, o país corre contra o tempo e tenta conservar o que ainda resta.
A prioridade é controlar a água da chuva na região, para impedir o desgaste da estrutura rochosa. A exploração humana local também passará a ser mais regulada, pois suspeitas indicam que uma empresa responsável pela exploração de calcário na região possa ter contribuído para o incidente. A indústria negou qualquer envolvimento.
Enquanto isso, paleontólogos tentam garantir a preservação das pegadas, que os ajudam a compreender como os animais conviviam e caminhavam. Agora que têm a chance, os cientistas tentam impedir que a história se repita e que os dinossauros continuem na Terra, ainda que somente em registros.
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