Saiba como o Chile planeja usar micróbios para ajudar no futuro da exploração espacial
Missão Polaris lançará no espaço amostras acostumadas a condições extremas para estudar efeitos e testar sobrevivência
Tecnologia e Ciência|Do R7, com RECORD NEWS
Em uma era em que a exploração espacial retorna com força, o Chile lança a missão Polaris, em 11 de maio, na Flórida. Os “astronautas” já foram selecionados e terão que suportar oito meses no espaço, sem a certeza se poderão retornar com vida. Praticamente indestrutíveis e menores do que uma formiga, seis micro-organismos encaram a perigosa tarefa.
A equipe é composta por algumas das amostras mais resistentes de toda a Terra, acostumadas a enfrentar ambientes extremos, como o deserto do Atacama e a Antártida. Os cientistas querem saber se elas também seriam capazes de suportar as condições adversas do espaço. Ausência de oxigênio, gravidade zero, radiação solar e temperaturas entre –45 °C e 60°C são alguns dos desafios que aguardam os “tripulantes”.
O objetivo não é espalhar uma gripe para a galáxia mais próxima, mas sim verificar se tais organismos poderiam ser cultivados dentro de certos habitats para gerar diferentes produtos ou materiais úteis para futuras missões espaciais.
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