Especialista em crimes digitais explica método por trás do golpe do Pix falso e como se proteger
Golpista realiza uma transferência via Pix errada de propósito, para deixar vítima desconfortável e incentivá-la a devolver o valor
Tecnologia e Ciência|Do R7, com RECORD NEWS
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Uma pequena quantia de dinheiro, uma chave de transferência e uma forma de contato são as principais ferramentas utilizadas no novo golpe do “Pix falso”. No Conexão Record News desta terça-feira (5), o especialista em crimes digitais Flávio D’Urso explicou mais sobre a tática.
“Aquele golpista faz uma transferência via Pix errada de propósito, para que aquela pessoa que recebe se veja em uma situação desconfortável e queira devolver esse valor. [...] Aí que começa o alerta. Quando ele faz a solicitação da devolução dos valores, é por uma conta de terceiro, para outra chave Pix ou então pode até enviar um QR code [...] Essa não é a forma adequada”, explica D’Urso.
Segundo o especialista, os meios disponibilizados pelo próprio sistema bancário devem ser utilizados para evitar que a devolução seja direcionada para outra conta. Caso contrário, o golpista poderá acionar o MED (Mecanismo Especial de Devolução) e fazer com que a vítima seja acusada pela fraude.
“Além de ter aquele dinheiro que foi remetido inicialmente pelo golpista travado, você ainda perde o dinheiro que você depositou ou remeteu para o terceiro e acaba tendo esse prejuízo”, completa o especialista.
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