Tecnologia e Ciência Meta segue Twitter e cobrará assinatura por verificação de perfis

Meta segue Twitter e cobrará assinatura por verificação de perfis

Quem usa Facebook e Instagram poderá pagar para ter o selo azul; Austrália e Nova Zelândia serão primeiros países com a novidade

Mark Zuckerberg, da Meta, anunciou programa de assinatura para redes sociais

Mark Zuckerberg, da Meta, anunciou programa de assinatura para redes sociais

Reprodução/ Facebook

O diretor-executivo da Meta, Mark Zuckerberg, anunciou neste domingo (19) a criação do "Meta Verified", programa de assinatura mensal em que os usuários do Facebook e do Instagram poderão ter a verificação dos perfis com um selo azul, entre outros benefícios.

O pacote anual custará entre US$ 11,99 (R$ 62,35) e US$ 14,99 (R$ 77,95) e, além da verificação do perfil, vai oferecer aos usuários "proteção adicional contra contas que afirmam ser você", disse o fundador do Facebook.

A assinatura estará disponível, inicialmente, apenas na Austrália e Nova Zelândia, mas Zuckerberg prometeu que o programa chegará "logo" em outras nações.

Ele não explicou o que vai acontecer com as contas que já estão verificadas, se serão mantidas nesse status, ou se os usuários perderão os selos azuis se não pagarem a mensalidade.

O sistema da Meta é semelhante ao "Twitter Blue", que está sendo implantado na rede social comprada no ano passado pelo magnata norte-americano Elon Musk.

No Twitter, os usuários que pagam a assinatura pela verificação dos perfis têm como vantagens extras um botão que permite editar as postagens, e um aumento para 4.000 caracteres na limitação para os textos. A possibilidade de edição já existe nas redes sociais da Meta há algum tempo, oferecida de forma gratuita.

Desde que essa rede social implementou o novo sistema, vêm ocorrendo vários problemas de verificação de contas, tanto de figuras públicas que estão vivas, como de pessoas que já morreram.

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