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Prefeitura encaminha grupo de trabalho para regulamentar Uber

Trânsito|Do R7

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O prefeito José Fortunati recebeu, nesta segunda-feira, 30, em seu gabinete, os diretores do Uber no Brasil, Daniel Mangabeira e Guilherme Telles. Acompanhado do vice-prefeito Sebastião Melo, do secretário municipal de Governança Local, César Busatto, e do diretor-presidente da Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC), Vanderlei Capellari, Fortunati discutiu a regulamentação do serviço de transporte individual na Capital. Participaram também o presidente da Câmara Municipal, Mauro Pinheiro, e o líder do governo, Kevin Krieger, bem como representantes do Ministério Público e representantes da Federação das Associações das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação (Assespro). Ao final do encontro, ficou definido que um grupo de trabalho (GT) composto por todos os participantes da reunião irá trabalhar na formulação de uma proposta. Os representantes da Uber não irão integrar o GT, mas comprometeram-se a contribuir com informações sobre a regulamentação do serviço em outras partes do mundo. Não foi estipulado prazo para a conclusão dos trabalhos. “Não estamos contra o aplicativo, até porque não é essa a discussão. Porto Alegre tem tradição de inovação em todas as áreas. Mas serviço de transporte individual, com cobrança de tarifa, sem regulamentação, é clandestino”, disse Fortunati, ao salientar que a prefeitura continua aberta a uma solução para o problema. O diretor-geral da Uber no Brasil também mostrou-se favorável a uma regulamentação, embora anunciando que não vai suspender o serviço, até que ela aconteça. “Vamos trabalhar por uma regulamentação que traga o melhor para a cidade”, limitou-se a afirmar Guilherme Telles. O prefeito ressaltou que qualquer forma de transporte se utiliza de vias públicas e serviços municipais, cuja manutenção é paga pelo contribuinte e para quem os gestores públicos devem prestar contas. “Porto Alegre é referência em dados abertos, pois seguimos aqui modelos de sucesso internacional, como São Francisco e Nova York. Também realizamos o Hackathon, a partir de dados da prefeitura e outras iniciativas”, destacou. "Tecnologia não é o problema. A questão envolve uma grande empresa internacional e a sua relação com o poder público. Uma relação que tem de ser regulada. Simplesmente isso", encerrou o prefeito. Fonte: EPTC

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