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Cresce em 29,6% o número de clientes que trocaram de operadora de telefone celular

Objetivo é a melhor relação custo-benefício do plano. Foram 357 mil trocas a mais em 2016

Economia|Juca Guimarães, do R7

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Em seis meses, 1,5 milhão de clientes já trocaram de operadora
Em seis meses, 1,5 milhão de clientes já trocaram de operadora

Sete em cada dez clientes que fizeram o pedido de portabilidade do número de telefone no país, no primeiro semestre deste ano, fizeram a troca de linhas móveis para aparelho celular. São 1,56 milhão dos 2,18 milhões de pedidos registrados, segundo a ABR Telecom (ABR Telecom). 

Na comparação com o mesmo período do ano passado, o volume de pessoas que levou o número para outra operadora de celular aumentou 29,6%. O crescimento é de 357 mil pedidos a mais do que os 1,2 milhões de 2015. 


A portabilidade do número de celular é garantida por lei e existe desde setembro de 2008. Até agora, foram 32,5 milhões de transferências efetivadas, sendo que 20,4 milhões foram de linhas móveis de celular (63% do total). 

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A competitividade entre as operadoras e a busca dos clientes pela melhor relação custo-benefício estão impulsionando a portabilidade. 

A pesquisa feita pela Proteste, entidade de Defesa do Consumidor, com diferentes perfis de uso, mostra uma diferença grande entre os valores das mensalidades. No Rio de Janeiro, por exemplo, a diferença anual chega a R$ 1.811,88, entre o plano mais barato (R$139 por mês) e o mais caro (R$ 289,99 por mês). Na cidade de São Paulo, o preços dos planos com maior volume de dados, varia entre R$ 169 por mês e R$ 289,99 por mês. A economia anual com a troca do mais cara pelo mais barato é de R$ 1.451,88. 


Nos planos mais popular, com oferta de dados que variam entre 50 minutos e 1GB (gigabyte) e 150 minutos e 2 GB (gigabytes), o valor mais barato é R$ 39,99 no Rio de Janeiro e R$ 44,90 em São Paulo. Já os mais caros, para este perfil, custam R$ 79,99 por mês nas duas cidades. A vantagem na troca é de R$ 480 por ano no Rio de Janeiro.

"Os clientes estão mais atentos e querem economizar. Os planos ainda são caros no Brasil e o preço varia entre uma operadora e outra", disse Maria Inês Dolci, coordenadora institucional da Proteste.

A entidade criou um simulador para ajudar os consumidores a encontrarem os planos mais adequados ao seu perfil de uso e a cidade onde mora. "Ajuda muito a entender as diferenças entre os planos e os serviços que oferecem. A comparação é fundamental para se fazer a melhor escolha", disse.

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