Logo R7.com
RecordPlus

Peso dos países emergentes no comércio mundial continua aumentando 

A OMC acredita que o crescimento das exportações e do PIB dos países em desenvolvimento será entre duas e três vezes mais rápido que o dos países desenvolvidos até 2035

Internacional|Do R7

  • Google News
A China é um dos grandes consumidores dos produtos exportados pelos emergentes
A China é um dos grandes consumidores dos produtos exportados pelos emergentes

A proporção dos países emergentes no comércio mundial continua aumentando e esta tendência continuará, informou nesta quinta-feira (18) a OMC (Organização Mundial do Comércio).

"O mundo evolui rapidamente, portanto, o mundo do comércio evolui rapidamente", declarou o diretor-geral da OMC, Pascal Lamy, por ocasião da publicação do relatório anual da organização sobre o comércio mundial.


Segundo este estudo, entre 1980 e 2011 as exportações das economias em desenvolvimento passaram de pouco mais de um terço do total mundial a quase 50%.

China já é considerada a primeira potência mundial, diz pesquisa


Milhões de sul-africanos celebram hoje o Dia de Mandela

Denúncias sobre a espionagem americana chocaram a comunidade internacional. Entenda o caso


Suas importações seguiram uma tendência similar, destacou o relatório.

"As economias emergentes são os principais atores", observou Danny Quah, professor da London School of Economics, durante a publicação do relatório.


"O centro da economia mundial esteve durante 200 anos no meio do Atlântico. O avanço do leste fez o centro da economia mundial se mover", acrescentou.

Os especialistas da OMC preveem que o crescimento das exportações e do PIB (Produto Interno Bruto) dos países em desenvolvimento será entre duas e três vezes mais rápido que o dos países desenvolvidos até 2035.

Para estabelecer estas previsões, os especialistas se baseiam em vários critérios, como o crescimento da classe média nos países em desenvolvimento ou o aumento do comércio sul-sul, assim como a redução do custo dos transportes e das comunicações obtido pelos avanços das tecnologias.

Sobre os países industrializados, o relatório destaca a importância que pode ter o desenvolvimento da exploração e produção de gás de xisto nos Estados Unidos em um momento em que a demanda de energia dos países em desenvolvimento aumenta e favorece a concorrência neste mercado.

"A revolução do gás de xisto deixa entrever mudanças espetaculares na produção e no comércio de energia se a América do Norte alcançar sua autonomia a nível energético", disse Quah.

O que acontece no mundo passa por aqui

Moda, esportes, política, TV: as notícias mais quentes do dia

Últimas


Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.