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Começa julgamento de dois últimos réus do caso Eliza Samudio

Sessão foi iniciada com atraso

Minas Gerais|Do R7 MG

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Se condenados, réus podem pegar até três anos de prisão
Se condenados, réus podem pegar até três anos de prisão

Com vinte minutos de atraso, começou o julgamento dos dois últimos réus do caso Eliza Samudio. O júri ocorre na manhã desta quarta-feira (28), no Fórum de Contagem, na região metropolitana de Belo Horizonte.

Os réus, Wemerson Marques de Souza, o Coxinha, de 26 anos, e Elenílson Vitor da Silva, de 29, são acusados do sequestro e cárcere privado de Bruninho, filho do goleiro Bruno Fernandes com Eliza Samudio. Se condenados, os amigos do goleiro podem ficar presos por até três anos.


A sessão é presidida pela juíza Marixa Rodrigues Lopes, titular do Tribunal do Júri de Contagem, e a previsão é que dure até esta quinta-feira (29).

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O Conselho de Sentença é composto por dois homens e cinco mulheres. Porém, após o sorteio do conselho, o julgamento foi suspenso até que uma testemunha de defesa que não compareceu ao tribunal seja localizada.

Todas as testemunhas foram dispensadas, com exceção de Tayara Dimas, que é de defesa e não compareceu, e Sirlan Versiani, de acusação.


Entenda o caso

Na época do sumiço de Eliza Samudio, Elenílson era caseiro do sítio do goleiro em Esmeraldas, na Grande BH, onde a modelo foi mantida em cárcere privado antes de ser levada para a morte. Ele também é considerado primo de criação de Luiz Henrique Romão, o Macarrão, condenado a 15 anos pelo sequestro e homicídio triplamente qualificado de Eliza. Segundo denúncia do Ministério Público, Elenílson admitiu ter participado do cativeiro ao levar comida para a modelo e o filho dela.


Coxinha era motorista de Bruno e também integrava o "100%", time de várzea bancado pelo ex-goleiro do Flamengo. Ele teria acompanhado a ex-mulher de Bruno, Dayane Rodrigues, quando ela levou Bruninho do sítio para ser escondido, sob outro nome, em Ribeirão das Neves, também na região metropolitaba.

Julgamentos anteriores

Dayane foi julgada inocente pelo júri a pedido do MP, que considerou que ela foi obrigada a participar da trama. Já Bruno foi condenado a 22 anos e três meses de prisão. Atualmente, o atleta está preso na penitenciária Nelson Hungria, em Contagem, na Grande BH.

Marcos Aparecido dos Santos, apontado como o executor de Eliza, também deve cumprir 22 anos.

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