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Prefeito de BH pede vacinação de crianças para liberar máscaras 

Aumento do índice de imunização será considerado pela prefeitura para a desobrigação do item em locais fechados

Minas Gerais|Ana Gomes, Do R7

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Prefeito concedeu entrevista ao vivo
Prefeito concedeu entrevista ao vivo

O prefeito de Belo Horizonte, Fuad Noman (PSD), fez um apelo aos pais de crianças com mais de 5 anos para que procurem os postos de saúde para imunizar os filhos contra a Covid-19. Segundo o político, o aumento do índice de vacinação do grupo vai ser determinante para a desobrigação do uso de máscara em locais fechados.

"Peço que os pais levem suas crianças para vacinar. Nós já alcançamos um nível de primeira dose adequado. Mas a segunda dose desse grupo só representa 28% da população. Isso nos atrapalha, inclusive, a retirar as máscaras em locais fechados. Eu não posso expor as crianças dentro das escolas", afirmou em entrevista ao vivo à Record TV Minas nesta terça-feira (5). 


Noman assumiu oficialmente a cadeira de chefe do município na última terça-feira (29), em cerimônia na Câmara Municipal. O político foi empossado após Alexandre Kalil renunciar ao cargo para candidatar-se ao governo de Minas Gerais.

Transporte público


Fuad Noman também comentou a situação do transporte público em Belo Horizonte e o projeto de lei que prevê o financiamento da gratuidade e, assim, viabilizaria a redução da tarifa de ônibus de R$ 4,50 para R$ 4,30. A proposta foi enviada à Câmara Municipal em fevereiro e ainda não foi votada.

“Reconhecemos um transporte coletivo muito ruim. Há um tempo, estamos tentando um projeto de lei para pagar a gratuidade no lugar da população. Sugerimos, com isso, reduzir o preço da passagem. Apresentamos à Câmara essa proposta, mas precisamos que ela avalie, estude, aperfeiçoe o processo, mas aja de forma rápida. O sistema está no limite. Tem ônibus parando por falta de combustível”, relatou, sobre o trâmite do PL.


Greve dos professores

Os professores da rede municipal de Belo Horizonte estão em greve há mais de 20 dias. Na última sexta-feira (1º), a proposta da prefeitura de aumentar em um nível o plano de carreira da categoria foi recusada em assembleia.


“Apresentamos três propostas, duas eles não aceitaram e uma não se pronunciaram. Tive uma reunião e pedi encarecidamente que entendessem a situação das crianças e pelo menos suspendessem a greve, mas ainda não foi possível. A prefeitura tem um limite, mas eu preciso que o sindicato caminhe. Nós demos três passos, e vocês não deram nenhum. Faço um apelo: vamos discutir essa questão, mas com as crianças na escola”, disse ele a respeito do impasse com a categoria.

Atualmente, o salário no primeiro nível para professores em Belo Horizonte é de R$ 2.473,38, enquanto o piso nacional pede uma remuneração de R$ 3.845,63.

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