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Agronegócio terá os mesmos desafios seja qual for o próximo presidente, diz pesquisador

Felippe Serigati apontou a dependência brasileira de fertilizantes estrangeiros como uma das demandas do setor

Agronegócios|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O próximo presidente enfrentará desafios no agronegócio como juros elevados e mudanças climáticas.
  • Dependência de fertilizantes importados é um desafio estratégico para o Brasil.
  • Fortalecimento do seguro rural é necessário para mitigar impactos das quebras de safra.
  • Diplomacia empresarial e investimentos em infraestrutura são essenciais para a competitividade do agronegócio.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

O próximo presidente do Brasil deve enfrentar desafios como juros elevados, mudanças climáticas, dependência de fertilizantes importados e gargalos de infraestrutura para acompanhar o crescimento do agronegócio. Segundo o pesquisador do FGV Agro, Felippe Serigati, os problemas do setor permanecerão independentemente do resultado das eleições.

“Independente de quem for vencedor das urnas, os problemas em cima da mesa vão ser os mesmos. Talvez as estratégias para solucioná-las sejam diferentes, mas os problemas, as questões não vão mudar dependendo do nome que sair das urnas”, afirmou.

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Entre as prioridades, Serigati destacou o fortalecimento do seguro rural para reduzir os impactos das quebras de safra, que tendem a ser mais frequentes em algumas regiões devido às mudanças climáticas.

Vista aérea de um porto de contêineres, com numerosos contêineres de diferentes cores (vermelho, azul, amarelo, verde) organizados em fileiras. Ao fundo, gruas e navios estão ancorados, com montanhas ao longe sob um céu nublado.
Próximo presidente deve enfrentar desafios como juros elevados e mudanças climáticas Reprodução/Record News

O pesquisador apontou a dependência brasileira de fertilizantes estrangeiros como um desafio estratégico e avaliou que o país pode ampliar a produção nacional, embora não deva alcançar a autossuficiência no curto prazo. “E, ainda assim, como a gente vai continuar dependendo do mercado internacional, dos nossos fornecedores, a gente tem que buscar uma diversificação”, disse.

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Além dos investimentos em logística, conectividade e tecnologia, Serigati defendeu que o setor assuma o protagonismo na comunicação e na construção de relações comerciais internacionais. “Eu acho que, na verdade, vai ser quase uma tendência no mercado internacional”, afirmou, ao comentar a perspectiva de continuidade das tensões comerciais. Para Serigatti, “a diplomacia empresarial vai ser cada vez mais estratégica” para manter a competitividade do agronegócio brasileiro.

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