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‘Cenário muito conturbado’, diz presidente do Sindiadubos sobre impactos da guerra no setor de fertilizantes

Tributação federal sobre insumos e regras do transporte elevam custos e podem reduzir entregas em até 15%

Agronegócios|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A guerra no Oriente Médio tem impactado o mercado de fertilizantes no Brasil.
  • A cobrança de PIS/Confins e a medida provisória do frete mínimo também afetam o setor.
  • Após recorde de entrega em 2025, espera-se uma queda de até 15% no volume de fertilizantes em 2023.
  • O presidente do Sindiadubos destaca um cenário conturbado devido ao aumento de preços e problemas na exportação.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Além da cobrança de PIS e Cofins e da medida provisória que institui o frete mínimo, a guerra no Oriente Médio continua impactando o setor de fertilizantes no Brasil. Após uma movimentação recorde em 2025, a expectativa é de queda de até 15% no volume entregue neste ano.

Em entrevista ao Record News Rural, Aluísio Schwartz, presidente do Sindiadubos (Sindicato da Indústria de Adubos e Corretivos Agrícolas no Estado do Paraná), afirma que 2025 foi o ano recorde de entrega de fertilizantes no Brasil, com 49 milhões de entregas. Apesar disso, ele reitera que os conflitos internacionais acabam afetando o valor do composto.


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“O cenário internacional, obviamente, impacta várias culturas e existem desafios grandes, tanto da porteira para dentro quanto da porteira para fora. E o fertilizante, obviamente, entra no nosso radar, porque é necessário ter esse produto para a gente continuar apresentando essas produções recordes, que abastecem, obviamente, o nosso mercado interno, mas também o mundo”, afirma.

Schwartz reitera que o cenário no setor é conturbado, devido ao impacto da Guerra do Oriente Médio: “Nós temos problemas também muito graves, que são o incremento de preços devido ao bombardeio de inúmeras fábricas de fertilizantes, o fechamento do estreito de Ormuz, no Golfo Árabe, onde por lá passam cerca de 1 milhão de toneladas de enxofre por mês, mais de 1 milhão de toneladas de ureia [...] Então, é um cenário realmente muito conturbado”, diz.

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