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Penas de condenados no processo do mensalão já superam 260 anos de prisão

Base aliada na época pega quase 40 anos de cadeia

Brasil|Do R7

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Ministros aplicaram maior pena até agora para publicitário Marcos Valério
Ministros aplicaram maior pena até agora para publicitário Marcos Valério

As penas dos 22 réus condenados no processo do mensalão, calculadas pelos ministros do STF (Supremo Tribunal Federal), já chegam a 261 anos e dois meses de cadeia. Os ministros ainda precisam decidir as penas do ex-deputado Roberto Jefferson, do deputado João Paulo Cunha e o ex-secretário e ex-tesoureiro informal do PTB Emerson Palmieri.

A maior pena até agora pertence ao publicitário Marcos Valério, considerado o pivô do esquema do mensalão. Sozinho, ele foi condenado a cumprir 40 anos e quatro meses de cadeia.


O segundo no ranking das penas é Ramon Hollerbach, um dos sócios de Valério na época do esquema. Ele foi condenado pelo STF a passar 29 anos e sete meses atrás das grades.

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Cristiano Paz, também ex-sócio de Valério nas agências de publicidade, teve a terceira maior pena até aqui: 25 anos de prisão.

Nesta segunda-feira (26), mais seis réus condenados tiveram as penas definidas. Juntos, a base aliada do governo na época, composta por deputados na ocasião do escândalo ou que ocupam o posto atualmente, tiveram uma pena somada de 39 anos e oito meses de prisão.


O deputado Pedro Henry (PP-MT) foi condenado a sete anos e dois meses de cadeia pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

O ex-deputado do PTB Romeu Queiroz foi condenado a seis anos e seis meses de prisão, também por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Bispo Rodrigues, ex-deputado do antigo PL, pegou seis anos e três meses pelos mesmos delitos.


José Borba, ex-deputado do PMDB na época do escândalo, deverá cumprir dois anos e seis meses de prisão pelo crime de corrupção passiva.

O deputado federal Valdemar Costa Neto (PP-SP) pegou sete anos e dez meses de cadeia pelos crimes de corrupção passiva e 41 operações de lavagem de dinheiro no processo do mensalão.

Por fim, o ex-presidente do PP na época, Pedro Corrêa, foi condenado a nove anos e cinco meses de prisão por formação de quadrilha, corrupção ativa e lavagem de dinheiro.

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