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‘Bolsonaro foi enterrado vivo’, diz Flávio sobre proibição de visitas imposta por Moraes

Senador afirma que a decisão foi motivada por vingança e que ministro tenta interferir nas eleições de 2026

Brasília|Joana Pae, do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Flávio Bolsonaro criticou a decisão de Alexandre de Moraes de suspender visitas a Jair Bolsonaro por 30 dias.
  • O senador considera a proibição "ilegal, covarde e cruel" e alega que é motivada por vingança.
  • Moraes justificou a decisão devido à violação das regras da prisão domiciliar por Bolsonaro.
  • Flávio acusa Moraes de tentar interferir nas eleições de 2026 após desequilibrar as de 2022.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

FLAVIO
Em post, Flávio disse que decisão contra o pai foi 'ilegal, covarde e cruel' Reprodução/Instagram - @flaviobolsonaro

O senador e pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), criticou a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), que suspendeu por 30 dias o direito de visitas ao ex-presidente Jair Bolsonaro.

Em um vídeo divulgado nas redes sociais, Flávio diz que “Bolsonaro foi enterrado vivo” e se refere à proibição como “ilegal, covarde e cruel”.


Na publicação, o senador afirma que a decisão de Moraes é motivada por vingança: “Usar a força que o Estado lhe conferiu para satisfazer seus devaneios pessoais não é justiça, é vingança”.

Flávio atribui ao ministro do STF uma tentativa de interferir nas eleições: “Moraes desequilibrou as eleições de 2022 e tenta interferir de novo em 2026.”


Visitas proibidas

A proibição de visitas por 30 dias foi determinada nesta sexta-feira (17), após Moraes concluir que Bolsonaro descumpriu as regras da prisão domiciliar humanitária ao divulgar uma carta com conteúdo político por intermédio de Flávio.

Para o filho do ex-presidente, o impedimento foi estendido para 90 dias, com proibição de contatos com finalidade político-eleitoral até o fim das eleições de 2026.


Na decisão, Moraes afirma que Bolsonaro violou a proibição de utilizar meios de comunicação externa e redes sociais, direta ou indiretamente. Para o ministro, a chamada “Carta aos Brasileiros”, entregue ao filho e posteriormente divulgada nas redes sociais, tinha caráter político-eleitoral e buscava alcançar o público por meio de terceiros.

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