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STF decide nesta sexta-feira se torna Rodrigo Bacellar réu por vazar informações

Análise ocorrerá até 21 de agosto no plenário virtual da Corte; na modalidade, ministros não discutem, apenas apresentam votos

Brasília|Gabriela Coelho, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O STF iniciou julgamento virtual sobre denúncia contra Rodrigo Bacellar, ex-presidente da Alerj, acusado de vazar informações sigilosas.
  • Bacellar é acusado de obstruir investigações relacionadas ao ex-deputado TH Joias e à facção Comando Vermelho.
  • Análise ocorre no plenário virtual até 21 de agosto, sem debates, apenas apresentação de votos pelos ministros.
  • Se a denúncia for aceita, Bacellar se tornará réu; ele já teve o mandato cassado e foi preso preventivamente em 2026.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Rodrigo Bacellar é acusado de obstruir investigações e vazar informações sigilosas Ascom/Alerj - Arquivo

A Primeira Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) inicia nesta sexta-feira (14) o julgamento virtual sobre o recebimento da denúncia da PGR (Procuradoria-Geral da República) contra Rodrigo Bacellar, ex-presidente da Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro).

Bacellar é acusado de obstruir investigações e vazar informações sigilosas de uma operação policial referente ao ex-deputado TH Joias e à facção CV (Comando Vermelho).


A análise ocorrerá no plenário virtual até o dia 21 de agosto, após o ministro Alexandre de Moraes negar o pedido da defesa para um julgamento presencial.

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Caso a Primeira Turma aceite a denúncia da PGR, o político se tornará réu no processo. Fazem parte do colegiado os ministros Alexandre de Moraes, Cármen Lúcia, Flávio Dino e Cristiano Zanin.


Na modalidade virtual, os ministros não discutem, apenas apresentam seus votos. Se houver pedido de vista — isto é, mais tempo para analisar o caso —, o julgamento é suspenso. Caso haja um pedido de destaque, o caso é levado ao plenário físico.

Relembre o caso

O ex-presidente da Alerj teve o mandato cassado pelo TSE em março de 2026 e foi preso preventivamente pela Polícia Federal na operação “Unha e Carne”, sob acusação de vazamento de informações sigilosas e obstrução de investigações envolvendo facções criminosas.


A Polícia Federal prendeu Rodrigo Bacellar em Teresópolis (RJ) em março de 2026, durante desdobramentos da operação.

Ele foi alvo de investigações da PGR por suposto vazamento de dados que favoreceu o grupo criminoso e atrapalhou ações contra o tráfico.


O caso também gerou desdobramentos em novas fases da operação policial, com mandados de busca e sequestro de bens.

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