STF decide nesta sexta-feira se torna Rodrigo Bacellar réu por vazar informações
Análise ocorrerá até 21 de agosto no plenário virtual da Corte; na modalidade, ministros não discutem, apenas apresentam votos
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A Primeira Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) inicia nesta sexta-feira (14) o julgamento virtual sobre o recebimento da denúncia da PGR (Procuradoria-Geral da República) contra Rodrigo Bacellar, ex-presidente da Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro).
Bacellar é acusado de obstruir investigações e vazar informações sigilosas de uma operação policial referente ao ex-deputado TH Joias e à facção CV (Comando Vermelho).
A análise ocorrerá no plenário virtual até o dia 21 de agosto, após o ministro Alexandre de Moraes negar o pedido da defesa para um julgamento presencial.
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Caso a Primeira Turma aceite a denúncia da PGR, o político se tornará réu no processo. Fazem parte do colegiado os ministros Alexandre de Moraes, Cármen Lúcia, Flávio Dino e Cristiano Zanin.
Na modalidade virtual, os ministros não discutem, apenas apresentam seus votos. Se houver pedido de vista — isto é, mais tempo para analisar o caso —, o julgamento é suspenso. Caso haja um pedido de destaque, o caso é levado ao plenário físico.
Relembre o caso
O ex-presidente da Alerj teve o mandato cassado pelo TSE em março de 2026 e foi preso preventivamente pela Polícia Federal na operação “Unha e Carne”, sob acusação de vazamento de informações sigilosas e obstrução de investigações envolvendo facções criminosas.
A Polícia Federal prendeu Rodrigo Bacellar em Teresópolis (RJ) em março de 2026, durante desdobramentos da operação.
Ele foi alvo de investigações da PGR por suposto vazamento de dados que favoreceu o grupo criminoso e atrapalhou ações contra o tráfico.
O caso também gerou desdobramentos em novas fases da operação policial, com mandados de busca e sequestro de bens.
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