Logo R7.com
RecordPlus
R7 Brasília

‘Brasil não abaixa a cabeça para ninguém’, diz ministro em meio à tensão com os EUA

Fala de Durigan ocorre diante de novas tarifas impostas pelos EUA, da classificação do PCC e do CV como terroristas e de ameaças ao Pix

Brasília|Giovana Cardoso, do R7, em Brasília

  • Google News

LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O ministro da Fazenda, Dario Durigan, defende a soberania do Brasil em meio a tensões com os EUA, destacando que o país não abaixa a cabeça para ninguém.
  • O contexto envolve novas tarifas dos EUA ao Brasil, classificação do PCC e CV como grupos terroristas e ameaças ao Pix.
  • Durigan afirma que o Brasil não sofrerá consequências da guerra entre EUA e Irã, utilizando recursos do pré-sal para minimizar custos.
  • O ministro destaca que a inflação está sob controle e que a taxa de juros Selic está em 14,50% ao ano, apesar de ser considerada alta.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Ministro também comentou a inflação no Brasil: 'menor taxa de um mandato presidencial da história' José Cruz/Agência Brasil - Arquivo

Em meio à tensão entre o Brasil e os Estados Unidos, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, defendeu a soberania e a política econômica brasileira, apontando que o país “não abaixa a cabeça para ninguém”. A declaração, feita durante reunião plenária do Conselhão, ocorre em um contexto de novas tarifas propostas pelos EUA ao Brasil, além da classificação do PCC e CV como grupos terroristas e de ameaças ao Pix.

“Todos os países reconhecem a importância do Brasil e a liderança do Brasil em todos os debates. No debate econômico, ambiental, de fontes alternativas de combustível, o Brasil é liderança mundial e a gente não abre mão de ser tratado com respeito e tratar com respeito todos os outros países”, disse.


Leia mais

Ao falar sobre as ações do governo para reduzir os impactos da guerra entre EUA e Irã, Durigan reforçou que o Brasil não pode sofrer as consequências de um conflito em que não está envolvido.

“É por isso que a gente não é sócio da guerra e usa a entrada de recurso que está vindo, porque o Brasil apostou no pré-sal, porque tem fonte alternativa de combustível. O que o Brasil arrecada mais em razão da guerra, nós estamos devolvendo à população brasileira para minimizar o custo da guerra”, completou.


Inflação ‘sob controle’

Durigan também comentou a inflação no Brasil, ressaltando a estabilidade do índice. “A inflação está sob controle e é importante que a gente saiba disso e não fantasie diferente. Nesse mandato do presidente Lula, vamos ter a menor taxa de inflação de um mandato presidencial da nossa história. Isso não é pouco, é muita coisa”, destacou.

Na última segunda-feira (8), contudo, o Boletim Focus, divulgado semanalmente pelo Banco Central, apresentou a previsão do mercado financeiro para o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo): passou de 5,09% para 5,11% neste ano. O aumento da projeção se deve, principalmente, às incertezas geradas pela guerra no Oriente Médio, que pressiona o preço dos combustíveis e a própria inflação.


Leia mais

Em abril, a inflação fechou em 0,67%, influenciada pelo valor dos alimentos. Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o IPCA acumulado em 12 meses ficou em 4,39%, ainda dentro do teto da meta — que é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual, ou seja, o limite é de 4,5%. A inflação de maio deve ser divulgada nesta sexta-feira (12) pelo instituto.

Search Box

Fique por dentro das principais notícias do dia no Brasil e no mundo. Siga o canal do R7, o portal de notícias da RECORD, no WhatsApp

Últimas


Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.