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Com pauta travada, Câmara aguarda governo retirar urgência de projeto sobre escala 6x1

Propostas enviadas pelo Executivo em regime de urgência constitucional devem ser analisadas em até 45 dias

Brasília|Yumi Kuwano, do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O presidente da Câmara, Hugo Motta, aguarda a retirada do regime de urgência do projeto que acaba com a escala 6x1 para destrancar a pauta.
  • O regime de urgência constitucional tem prioridade e deve ser analisado em até 45 dias, sob pena de trancamento da pauta.
  • Motta se reuniu com o ministro José Guimarães, mas o governo ainda avalia a retirada da urgência; segundo Paulo Pimenta, a retirada não deve ocorrer.
  • O projeto de lei visa acabar com a escala 6x1 e foi enviado à Câmara em 14 de abril, seguindo para o Senado após aprovação em dois turnos.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Motta se reuniu com o governo nesta terça para que a Câmara possa avançar em outras matérias Thiago Cristino / Câmara dos Deputados - 09.06.2026

O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), aguarda o governo retirar o regime de urgência do projeto de lei que acaba com a escala 6x1 para destrancar a pauta do plenário da Casa.

De acordo com o regimento interno, a urgência constitucional pedida pelo presidente da República para a tramitação de projetos de lei de sua autoria tem prioridade sobre as demais matérias. O prazo para a análise é de 45 dias, sob pena de trancamento das votações.


Motta se reuniu com o ministro de Relações Institucionais, José Guimarães, nesta terça-feira (9) e pediu que a urgência fosse retirada. No entanto, segundo o parlamentar, o governo ainda estaria avaliando o cenário. Após a reunião de líderes, o deputado Paulo Pimenta (PT-RS) disse que o Executivo não deve retirar a urgência.

Por enquanto, só podem ser analisados requerimentos de urgência para projetos de lei.


Leia Mais

O PL foi enviado pelo Executivo à Câmara no dia 14 de abril. O texto tratava do mesmo tema da PEC (proposta de emenda à Constituição) para reduzir a jornada de trabalho e acabar com a escala 6x1, sem redução salarial.

Após acordo entre governo e Câmara, ficou decidido que a PEC seguiria com a alteração principal, enquanto o projeto ficaria encarregado das regras específicas. A proposta foi aprovada em dois turnos e seguiu para o Senado.

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