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Criminosos se passam por policiais federais para aplicar golpes

Corporação alerta que não solicita transferências bancárias nem realiza cobranças por telefone

Brasília|Do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Criminosos estão se passando por policiais federais para aplicar golpes por telefone.
  • A Polícia Federal alerta que não solicita transferências bancárias nem realiza cobranças por telefone.
  • Estudo revela que 40% dos brasileiros foram alvo de golpes, com perdas médias de R$ 6.311.
  • O golpe mais comum é o vishing, onde criminosos simulam ser empresas legítimas para obter dados pessoais.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

A Polícia Federal não solicita dinheiro e não pede transferências bancárias Rafa Neddermeyer/Agência Brasil/Arquivo

Criminosos estão enviando mensagens para diversas pessoas no país se passando por policiais federais e fazendo cobranças indevidas.

A própria corporação alertou a população que não solicita dinheiro, não pede transferências bancárias e não faz cobranças por telefone. “Se alguém entrar em contato se passando por policial federal com esse tipo de abordagem, desconfie. Denuncie imediatamente à Polícia Federal ou à polícia local”, informou o comunicado.


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O alerta acontece em um cenário de crescimento das tentativas de fraude no Brasil e no mundo. Uma pesquisa mostrou que 40% dos brasileiros já foram alvo de golpes por e-mail, internet, telefone ou mensagens de texto, e 10% dos entrevistados afirmaram ter caído nessas armadilhas. As perdas atingiram, em média, R$ 6.311.

O estudo Global de Tendências de Fraude Omnichannel, da TransUnion, divulgado em junho, apontou ainda que 53% dos entrevistados globalmente foram alvo de esquemas fraudulentos por canais como e-mail, internet, telefone e mensagens de texto entre agosto e dezembro de 2024. Pelo menos 47% afirmaram não ter reconhecido que foram vítimas desses golpes.


Segundo o levantamento, o golpe mais relatado é o vishing, quando criminosos realizam ligações telefônicas simulando representar empresas legítimas — como operadoras de celular, planos de saúde ou instituições financeiras — para induzir a vítima a fornecer dados confidenciais, como senhas bancárias, números de cartão de crédito, CPF e outras informações pessoais.

Pelo menos 29% dos entrevistados (13.387 adultos em 18 países e regiões) relataram prejuízos financeiros em decorrência de golpes no último ano, com perda média de US$ 1.747 — o equivalente a R$ 10.683 na cotação da época da pesquisa.


Perguntas e respostas

Quais são os golpes que criminosos estão aplicando se passando por policiais federais?

Criminosos estão enviando mensagens para diversas pessoas no Brasil, se passando por policiais federais e realizando cobranças indevidas.


O que a Polícia Federal alertou sobre essas abordagens?

A Polícia Federal informou que não solicita dinheiro, não pede transferências bancárias e não realiza cobranças por telefone. O comunicado recomenda que, se alguém receber esse tipo de abordagem, desconfie e denuncie imediatamente à Polícia Federal ou à polícia local.

Qual é o cenário atual de fraudes no Brasil?

O alerta ocorre em um contexto de aumento das tentativas de fraude. Uma pesquisa revelou que 40% dos brasileiros já foram alvo de golpes por e-mail, internet, telefone ou mensagens de texto, e 10% afirmaram ter caído nessas armadilhas, com perdas médias de R$ 6.311.

O que aponta o estudo Global de Tendências de Fraude Omnichannel da TransUnion?

O estudo, divulgado em junho, mostrou que 53% dos entrevistados globalmente foram alvo de esquemas fraudulentos por canais como e-mail, internet, telefone e mensagens de texto entre agosto e dezembro de 2024. Além disso, 47% não reconheceram que foram vítimas desses golpes.

Qual é o golpe mais comum relatado na pesquisa?

O golpe mais relatado é o vishing, onde criminosos fazem ligações telefônicas se passando por empresas legítimas, como operadoras de celular e instituições financeiras, para induzir a vítima a fornecer dados confidenciais.

Qual foi o impacto financeiro dos golpes no último ano?

Segundo a pesquisa, 29% dos entrevistados relataram prejuízos financeiros devido a golpes, com uma perda média de US$ 1.747, equivalente a R$ 10.683 na época da pesquisa.

Quais grupos etários foram mais afetados por esses golpes?

A Geração Z, nascida entre 1997 e 2010, foi a que mais relatou perdas (38%), enquanto os Baby Boomers, nascidos entre 1946 e 1964, foram os que menos registraram prejuízos (11%).

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