Logo R7.com
RecordPlus
R7 Brasília

Defesa de Flávio diz ao TSE que vídeo de Bolsonaro feito por IA segue lei eleitoral

Advogados negam irregularidades apontadas pelo PT, que acionou o TSE sob a alegação de uso ilícito de IA e propaganda antecipada

Brasília|Do Estadão Conteúdo

  • Google News

Adicione como fonte preferencial no Google

Opens in new window

LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A defesa de Flávio Bolsonaro afirma que o vídeo de Jair Bolsonaro feito por IA respeita a lei eleitoral e não pede votos explicitamente.
  • Os advogados negam as acusações do PT de uso ilícito de IA e propaganda antecipada, argumentando que o vídeo não engana o público.
  • A defesa compara o uso de IA a práticas tradicionais como bonecos de papel e cartazes, afirmando que a identificação do uso de IA foi clara.
  • Os advogados também defendem que a transferência de capital político de Bolsonaro para Flávio é uma prática comum e não criminosa.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Convenção do PL exibiu vídeo feito por IA de Bolsonaro Reprodução/PL

A defesa do candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) alegou que o vídeo do ex-presidente Jair Bolsonaro simulado por inteligência artificial e apresentado na convenção do PL respeita a lei eleitoral e não configura pedido explícito de voto.

Na manifestação enviada à Corte nesta terça-feira (28), os advogados negam as irregularidades apontadas pelo PT, que acionou o TSE sob a alegação de uso ilícito de IA e propaganda eleitoral antecipada. O relator do caso é o presidente do tribunal, Kássio Nunes Marques.


O vídeo exibiu um avatar de Bolsonaro que alertava para o uso de IA. Em seguida, o próprio avatar afirmou que está impedido de se manifestar por uma “decisão injusta e arbitrária” e que “nenhuma prisão irá calar o sentimento de esperança.”

Leia mais

Ao TSE, a defesa de Flávio disse que o avatar “nada mais é do que a versão moderna e tecnológica” dos bonecos de papel, cartazes e máscaras que sempre foram utilizadas nesse tipo de evento.


Os advogados alegam que o vídeo seguiu a resolução do TSE que exige a identificação do uso da IA em peças eleitorais. “O elemento juridicamente decisivo deve ser a capacidade concreta de enganar, falsificar acontecimentos”, diz a peça. “No caso, o aviso inicial neutralizou a possibilidade de confusão sobre a materialidade do vídeo.”

Também sustentaram que a propaganda “intrapartidária” realizada durante as convenções para definição dos candidatos é lícita e não configura propaganda eleitoral antecipada. Também negaram que a expressão “o futuro é Flávio Bolsonaro” possa ser compreendida como pedido de voto.


Os advogados ainda defendem que a “transferência de capital político” de Bolsonaro para Flávio, apontada pelo PT como ilícita, não pode ser enquadrada como crime. “A declaração de apoio de liderança política a correligionário é atividade absolutamente ordinária da vida partidária e que faz parte da própria natureza da vida política”, afirma a manifestação.

Como exemplo, a defesa citou a campanha presidencial de Fernando Haddad em 2018, apresentando imagens em que o então candidato aparece usando uma máscara de Lula, preso à época, e o slogan “Haddad é Lula”.

LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A defesa de Flávio Bolsonaro afirma que o vídeo de Jair Bolsonaro feito por IA respeita a lei eleitoral e não pede votos explicitamente.
  • Os advogados negam as acusações do PT de uso ilícito de IA e propaganda antecipada, argumentando que o vídeo não engana o público.
  • A defesa compara o uso de IA a práticas tradicionais como bonecos de papel e cartazes, afirmando que a identificação do uso de IA foi clara.
  • Os advogados também defendem que a transferência de capital político de Bolsonaro para Flávio é uma prática comum e não criminosa.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Fique por dentro das principais notícias do dia no Brasil e no mundo. Siga o canal do R7, o portal de notícias da RECORD, no WhatsApp

Últimas


Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.