Logo R7.com
RecordPlus
Eleições 2026! Notícias, Apuração de Votos em Tempo Real e Resultados | R7
‌

TSE indefere registro de candidatura de Deltan Dallagnol ao Senado

Com a medida, o ex-procurador fica impedido de concorrer, e todos os votos recebidos por sua chapa serão considerados nulos

2026|Do R7, em Brasília

  • Google News

Adicione como fonte preferencial no Google

Opens in new window

LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O TSE indeferiu a candidatura de Deltan Dallagnol ao Senado pelo Paraná.
  • A decisão foi baseada em fraude à lei, devido à exoneração de Dallagnol enquanto respondia a procedimentos administrativos.
  • A defesa alegou que as investigações foram arquivadas, mas o TSE rejeitou o argumento.
  • Com o indeferimento, todos os votos recebidos pela chapa serão nulos e os suplentes não poderão assumir.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Decisão fundamentou-se no reconhecimento de fraude à lei praticada por Deltan Dallagnol Roque de Sá/Agência Senado - 28.02.2023

O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) indeferiu, em decisão proferida neste sábado (3), o registro de candidatura de Deltan Dallagnol (Novo) ao cargo de senador pelo Paraná nas eleições deste ano. Com a medida, o ex-procurador fica impedido de concorrer, e todos os votos recebidos por sua chapa serão considerados nulos.

A decisão monocrática, proferida pelo relator, ministro Floriano de Azevedo Marques, atendeu ao recurso da Coligação Paraná para Todos e reformou o acórdão do TRE-PR (Tribunal Regional Eleitoral do Paraná), que havia liberado o registro de Dallagnol.

‌

Veja Também

A decisão fundamentou-se no reconhecimento de fraude à lei praticada por Dallagnol ao solicitar exoneração do cargo de Procurador da República em 3 de novembro de 2021. Na ocasião, o ex-membro do Ministério Público Federal respondia a 15 procedimentos administrativos perante o CNMP (Conselho Nacional do Ministério Público) que poderiam evoluir para PADs (Processos Administrativos Disciplinares) e acarretar a perda do cargo.

A defesa de Dallagnol argumentava que o registro deveria ser liberado porque as investigações do CNMP acabaram arquivadas. O relator, contudo, rejeitou a tese, explicando que os arquivamentos ocorreram justamente devido à saída antecipada do ex-procurador do órgão.

‌

Segundo o ministro Floriano de Azevedo Marques, permitir que o candidato se beneficie de uma manobra para esvaziar as apurações e depois alegar ausência de punição violaria a lei.

Como o indeferimento atinge o titular da chapa majoritária, os suplentes também ficam impedidos de assumir a vaga.

‌
Search Box

🗳️Eleições 2026: leia todas as notícias sobre a disputa

🤳🏽Fique por dentro das principais notícias do dia no Brasil e no mundo. Siga o canal do R7, o portal de notícias da RECORD, no WhatsApp 📲

Siga R7 no Google e fique por dentro de tudo que acontece

Seguir no Google

Últimas

‌

Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.