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Escala 6x1: ministro do Trabalho defende aprovação de PEC e projeto do governo

Convidado de audiência pública na Câmara, Luiz Marinho disse que propostas têm funções diferentes

Brasília|Yumi Kuwano, do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Luiz Marinho, ministro do Trabalho, defende a aprovação de propostas sobre a jornada de trabalho e a escala 6x1.
  • A PEC e o projeto de lei possuem funções distintas: a PEC trata da jornada máxima, enquanto o PL aborda especificidades.
  • O governo rejeita compensações econômicas para empresas, argumentando que a redução de jornada pode aumentar a produtividade.
  • Marinho participou de uma audiência pública na Câmara dos Deputados para discutir as propostas em tramitação.

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Luiz Marinho diz que a PEC vai determinar a jornada máxima e pontos gerais Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados - 06.05.2026

O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, afirmou nesta quarta-feira (6) que as propostas que tramitam no Congresso Nacional sobre o fim da escala 6x1 e redução de jornada de trabalho são igualmente importantes e possuem “tarefas” diferentes.

De acordo com Marinho, a proposta de emenda à Constituição vai determinar a jornada máxima e pontos gerais; já o projeto de lei ficará com as especificidades, e defendeu o andamento da sua tramitação.


“A PEC é importante e ela não briga com o PL. Tem muita especificidade, muitas categorias que precisam ser revisitadas, portanto, tem papel da PEC, tem papel do PL, tem papel dos contratos coletivos”, afirmou.

O Executivo enviou à Câmara, no mês passado, um projeto sobre o mesmo assunto debatido pela PEC. O texto também prevê a redução da jornada máxima de trabalho de 44 para 40 horas semanais e inclui dois dias de descanso remunerado por semana.


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Marinho participou, nesta quarta, da primeira audiência pública realizada pela comissão especial que analisa a proposta na Câmara.

Durante a entrevista coletiva, Marinho ainda reforçou que o governo é contra uma compensação econômica ou tributária para as empresas e que um ambiente saudável vai compensar os eventuais custos.


“Redução jornal de trabalho se compensa com produtividade e com ganho na própria redução, que vai eliminar alguns custos embutidos, porque a lógica de hoje está gerando custo para as empresas”, defendeu.

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