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Exclusivo: posto na Asa Sul é lacrado por acusação de fraudar clientes

Blitz ocorreu após denúncia feita à Patrulha do Consumidor, apresentada pelo ex-secretário Gilvan Máximo

Brasília|Do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Posto de gasolina na Asa Sul é lacrado por fraudar clientes no abastecimento.
  • Após denúncia recebida pelo ex-secretário Gilvan Máximo, Patrulha do Consumidor intervém no local.
  • Fraude identificada com bomba de abastecimento mostrando menos combustível do que o pago.
  • Procon e Polícia Militar foram acionados para tomar ações contra o responsável.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Operação foi comandada por Gilvan Máximo, da Patrulha do Consumidor TV RECORD - 11.04.2026

A Patrulha do Consumidor confirmou, com exclusividade, que um posto localizado no bairro Asa Sul, em Brasília, tem fraudado clientes na hora do abastecimento de combustíveis: a quantidade de gasolina colocada nos veículos é menor do que o valor pago pelos consumidores.

O crime foi confirmado por Gilvan Máximo, ex-secretário do Consumidor do Distrito Federal, durante uma apuração realizada na noite deste sábado (11). A ação ocorreu em um posto de abastecimento localizado na quadra 206 Sul.


“Demos um flagrante em um posto vendendo gasolina abaixo da galonagem. Acionamos o Procon e também a Polícia Militar para encaminhar o responsável à delegacia”, afirmou Máximo.

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A situação narrada pelo ex-secretário indica uma fraude na forma de medir o combustível: “É um absurdo. Você está pagando 20 litros de gasolina e está levando 18 para casa”.


Ele explica que o Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia) estipula o valor de -100 para aferição da bomba do combustível. O acompanhamento de frentistas mostra outros valores praticados pelo posto, com até -200.

Na prática, a troca faz com que caia menos combustível na hora do abastecimento de veículos. A redução também foi identificada em um teste da Patrulha do Consumidor.


“A bomba em que a gente abasteceu deu problema. Deu muito menos de quantidade: -140, quando o permitido é -100. Isso não ponde acontecer”, relatou o ex-secretário do Consumidor.

Ao R7, o Procon-DF confirmou ter recebido a denúncia ligada ao posto de combustível disse ainda avaliar as medidas que serão adotadas.


A reportagem tenta contato com o posto para posicionamento à prática identificada. O espaço segue aberto.

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