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Comissão da Câmara aprova nomes de candidatos à vaga de ministro do TCU

Sabatina contou com discursos em defesa de emendas parlamentares e da posição do Congresso

Brasília|Lis Cappi, do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Sete candidatos foram aprovados pela Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados para a vaga de ministro do TCU.
  • A sabatina foi marcada por discursos em apoio às emendas parlamentares, sem confrontos entre os candidatos.
  • Odair Cunha, favorito, destacou que emendas são essenciais para políticas públicas e para o Congresso.
  • Rivais também defenderam a autonomia do Congresso e a importância de ter uma mulher no TCU.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Candidatos ao TCU foram aprovados em sessão da Comissão de Finanças e Tributação Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados - 13.04.2026

Os sete candidatos à vaga de ministro do TCU (Tribunal de Contas da União) foram aprovados em sabatina realizada pela CFT (Comissão de Finanças e Tributação) da Câmara nesta segunda-feira (13).

Diferente de sabatinas tradicionais, que contam com uma série de perguntas de parlamentares aos candidatos, a etapa na CFT foi marcada por discursos e sem confrontos por posicionamentos.


Em linhas gerais, os parlamentares marcaram posição a favor das competências do Congresso e defenderam as emendas parlamentares — recursos que podem ser enviados por deputados e senadores às bases eleitorais.

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O deputado Odair Cunha (PT-MG), favorito na disputa, por contar com o apoio de 12 partidos, classificou emendas como uma forma de contribuição de políticas públicas.


“Muitas vezes, esse instrumento é incompreendido ou injustamente atacado. Cabe a nós esclarecer e qualificar o debate e assegurar que a sua correta utilização seja reconhecida”, afirmou.

Tom semelhante em defesa de prerrogativas parlamentares foi adotado pelos seis rivais: Elmar Nascimento (União-BA), Hugo Leal (PSD-RJ), Danilo Forte (PSDB-CE), Soraya Santos (PL-RJ), Adriana Ventura (Novo-SP) e Gilson Daniel (Podemos-ES).


Elmar Nascimento, do União, marcou posição de que não haja “submissão” do Congresso a outros Poderes. Enquanto Soraya Santos, candidata do PL, reforçou o discurso do partido para que o tribunal tenha uma mulher como ministra pela primeira vez.

Danilo Forte, do PP, disse que o TCU é um órgão assessor do parlamento e pode contribuir frente a escândalos e desvios de recursos públicos.


Gilson Daniel, do Podemos, se colocou como uma terceira via, em alternativa aos nomes do PL e do PP. “Me coloco como candidato que vai atender não só quesitos técnicos, mas que vai atender todos os parlamentares da casa.”

Adriana Ventura, do Novo, defendeu a condução ao cargo para um trabalho de fiscalização. Hugo Leal, do PSD, disse considerar importante que haja uma aproximação do tribunal de contas para cooperação técnica e de auxílio.

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