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Fachin sai em defesa de Dino e condena episódio relatado pelo ministro em aeroporto

Em nota assinada pelo ministro Edson Fachin, a Corte afirma que o Brasil precisa de ‘compromisso democrático’

Brasília|Luiza Marinho*, do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • STF manifesta solidariedade ao ministro Flávio Dino após ameaças recebidas no aeroporto de São Paulo.
  • A ameaça foi feita por uma funcionária de uma companhia aérea, que expressou desejo de "matá-lo".
  • Dino ressaltou a importância de denunciar o episódio por questões de segurança coletiva.
  • A nota do STF enfatiza a necessidade de respeito e compromisso democrático no Brasil.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Segundo Flávio Dino, funcionária de empresa aérea disse que gostaria de matá-lo Rosinei Coutinho/STF - 19.08.2025

Em um comunicado divulgado nesta segunda-feira (18), o STF (Supremo Tribunal Federal) prestou solidariedade ao ministro Flávio Dino após ele relatar que uma funcionária de uma companhia aérea disse ter vontade de “matá-lo”.

A nota, assinada pelo presidente do Supremo, Edson Fachin, diz que a divergência de ideias “jamais pode abrir espaço para o ódio”.


“Manifestamos, por isso, nossa solidariedade ao ministro Flávio Dino diante do grave fato ocorrido hoje no aeroporto de São Paulo, cujo relato foi tornado público. O respeito a todas as pessoas, tenham ou não funções públicas, às instituições e às autoridades legitimamente constituídas é condição essencial da convivência republicana”, diz uma parte do comunicado.

Fachin também diz que é essencial reafirmar os valores da civilidade, da tolerância e da paz social no país.


“O Brasil precisa de serenidade, espírito público e compromisso democrático, para que as diferenças possam coexistir dentro dos limites do respeito mútuo e da dignidade humana”, finaliza o ministro.

Ameaça a Dino

Dino publicou nas redes sociais, na tarde desta segunda-feira, um relato sobre uma situação que teria vivido em um aeroporto em São Paulo. Segundo o ministro, uma funcionária de uma companhia aérea manifestou vontade de xingá-lo e, posteriormente, de matá-lo.


“Recentemente, uma funcionária de uma empresa aérea, ao olhar um cartão de embarque com meu nome, manifestou a um agente de polícia judicial a vontade de me xingar. Em seguida, se ‘corrigiu’: disse que seria melhor matar do que xingar. Como não a conheço, nem ela me conhece, é claro que tais manifestações derivam de minha atuação no STF”, disse Dino.

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Ele ainda afirmou que decidiu tornar o episódio público por considerar que a situação não é de interesse exclusivamente pessoal, mas coletivo.


“Imaginemos que outros funcionários, da mesma ou de outra empresa aérea, sejam contaminados com idêntico ódio. Isso pode significar até riscos para a segurança de aeroportos e voos e, por conseguinte, de outros passageiros”, disse.

*Estagiária do R7, sob supervisão de Augusto Fernandes, editor-chefe.

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