Logo R7.com
RecordPlus
R7 Brasília

Dino diz que funcionária de empresa aérea afirmou ter vontade de matá-lo

Ministro do STF declara ter tornado o episódio público por considerar que o ódio político põe em risco a segurança coletiva

Brasília|Mariana Saraiva, do R7, em Brasília

  • Google News

LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O ministro Flávio Dino relatou que uma funcionária de uma companhia aérea expressou vontade de "matá-lo".
  • Dino considera o episódio como um alerta para a segurança coletiva, especialmente em ambientes, como aeroportos.
  • O ministro pediu que empresas realizem campanhas de educação cívica para promover paz e respeito, especialmente em ano eleitoral.
  • Dino ressaltou que casos semelhantes podem ocorrer em outros setores, sugerindo a necessidade de vigilância e prevenção.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Ministro do STF defende campanhas educativas de empresas para conscientizar prestadores de serviço Antonio Cruz/Agência Brasil- 21.12.2023

O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Flávio Dino publicou um relato nas redes sociais, nesta segunda-feira (18), no qual afirma que uma funcionária de uma companhia aérea disse ter vontade de “matá-lo”.

“Recentemente, uma funcionária de uma empresa aérea, ao olhar um cartão de embarque com meu nome, manifestou a um agente de polícia judicial a vontade de me xingar. Em seguida, se ‘corrigiu’: disse que seria melhor MATAR do que xingar. Como não a conheço, nem ela me conhece, é claro que tais manifestações derivam de minha atuação no STF”, escreveu o magistrado.


Ele afirmou que decidiu tornar o episódio público por considerar que a situação não é de interesse exclusivamente pessoal, mas coletivo. “Imaginemos que outros funcionários, da mesma ou de outra empresa aérea, sejam contaminados com idêntico ódio. Isso pode significar até riscos para a segurança de aeroportos e voos e, por conseguinte, de outros passageiros”, constatou.

Dino também levantou a possibilidade de episódios semelhantes ocorrerem em outros setores. “Imaginemos se isso se alastra para outros segmentos de negócios: um cliente corre o risco de, por exemplo, ser envenenado? Assim, o pedido que faço às empresas em geral, mas especialmente àquelas que lidam com o público, é que façam campanhas internas de EDUCAÇÃO CÍVICA para que todos possam conviver em PAZ, especialmente neste ano eleitoral, em que muitos sentimentos se acirram.”


Leia Mais

Para o ministro, cada cidadão tem direito às próprias opiniões, simpatias políticas e voto individual, mas ninguém deve temer sofrer agressões ao consumir um produto ou serviço.

“Pode ter sido um ‘caso isolado’. Porém, com o avanço do calendário eleitoral, pode não ser. Então, é melhor prevenir. Essa é a sugestão para as empresas e entidades empresariais: orientem e estimulem, com campanhas educativas, os seus prestadores de serviço a manter o respeito a todas as pessoas, independentemente de preferências, simpatias ou opiniões. Será o melhor para a empresa e para os consumidores. Será o melhor para o Brasil”, concluiu.

Search Box

Fique por dentro das principais notícias do dia no Brasil e no mundo. Siga o canal do R7, o portal de notícias da RECORD, no WhatsApp

Últimas


Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.