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‘Vamos acabar com taxa de 12% para exportação de petróleo’, diz Flávio Bolsonaro

Candidato à Presidência pelo PL criticou o elevado número de exceções previstas pela reforma tributária atual

Brasília|Do Estadão Conteúdo

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Flávio Bolsonaro, candidato à Presidência pelo PL, promete revogar a alíquota de 12% sobre a exportação de petróleo bruto se eleito.
  • A alíquota foi mantida pelo Comitê de Gestão da Câmara de Comércio Exterior em julho, devido ao cenário geopolítico no Oriente Médio.
  • Flávio critica a reforma tributária atual e defende a redução do número de exceções e a modernização do sistema tributário.
  • O senador busca um modelo tributário que facilite o recolhimento e reduza a quantidade de impostos.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Candidato diz buscar modelo tributário que reduza a quantidade de impostos Sergio Lima/AFP

O candidato à Presidência pelo PL, Flávio Bolsonaro, afirmou nesta quinta-feira (6) que, se eleito, revogará a alíquota de 12% do imposto sobre a exportação de petróleo bruto.

“Vamos acabar com essa alíquota de exportação de petróleo de 12% que inventaram por causa da guerra. Foi o que a Argentina fez: meteu imposto de exportação sobre a carne. E qual a consequência? Pararam de produzir, desabastecimento, preço alto, todo mundo passou fome”, declarou em São Paulo, em entrevista ao podcast Market Makers.


Em julho, o Comitê de Gestão da Câmara de Comércio Exterior (Gecex-Camex) decidiu manter a alíquota de 12% do Imposto de Exportação sobre óleo bruto de petróleo ou minerais betuminosos. A medida tem caráter temporário de até 60 dias e será reavaliada com 30 dias. Segundo o órgão, a decisão foi motivada pela deterioração do cenário geopolítico no Oriente Médio.

Reforma tributária

Flávio repetiu a intenção de revisar a reforma tributária, prevista para entrar em vigor a partir de 2027 - atualmente, ela está em fase de testes. “Temos que rever essa reforma. A quantidade de exceções era tão grande que íamos partir para o maior Imposto sobre o Valor Agregado (IVA) do mundo. Minha lógica sempre foi para modernizar arcabouço, enxugar quantidade de impostos, tem que ter um modelo para facilitar recolhimento e, acima de tudo, redução de impostos”, afirmou.


O senador também defendeu a redução do número de exceções previstas pela reforma: “Temos que ver os mecanismos, onde ela pode ser cortada, exceções possam ser diminuídas ou possam ter previsibilidade que vão acabar em algum momento”, disse.

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