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Jader Filho participa do JR Entrevista desta quinta-feira

Em entrevista exclusiva, o ministro das Cidades detalhou pontos prioritários da nova versão do programa habitacional

Brasília|Do R7, em Brasília

O jornalista Guilherme Portanova e o ministro Jader Filho
O jornalista Guilherme Portanova e o ministro Jader Filho O jornalista Guilherme Portanova e o ministro Jader Filho

O JR Entrevista desta quinta-feira (16) recebe o ministro das Cidades, Jader Filho. A entrevista vai ao ar na Record News e no R7, a partir das 19h45.

Em entrevista exclusiva ao jornalista Guilherme Portanova, o ministro afirmou que as novas regras do Minha Casa, Minha Vida vão ser lançadas nos próximos dias pelo governo federal. Segundo ele, o novo modelo vai priorizar pessoas que moram em áreas de risco.

“Tivemos a oportunidade de fazer um mapeamento dos principais problemas das cidades onde temos o maior número de mortes [em áreas de risco], analisando regionalmente. A gente tem visto esse fato das mortes, pessoas que perdem tudo o que têm. Isso é uma preocupação do Ministério das Cidades. Tenho tratado como prioridade absoluta essa questão", disse.

Ele deu detalhes sobre a reestruturação do programa habitacional, que foi criado em 2009, durante o segundo mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e substituído pelo Casa Verde e Amarela em 2021, na gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro.

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Entre os principais focos da nova versão do programa, o ministro destacou a retomada de 83 mil obras de unidades habitacionais que estão paralisadas. "186 mil unidades habitacionais que estão contratadas ainda não foram entregues. Destas, 83 mil estão paralisadas. Esse é um trabalho que temos feito a partir de diversas ações para que essas obras possam voltar a funcionar e o quanto antes sejam entregues à população", afirmou.

Faixa 1

Ele aproveitou também para comentar as mudanças na faixa 1 do programa, que atende a população mais pobre. No novo formato, essa faixa vai contemplar famílias com renda bruta de até R$ 2.640. Antigamente, o limite era de R$ 1.800. Segundo Filho, a novidade é uma prioridade da gestão.

"Nos últimos quatro anos, o governo não fez uma única contratação da faixa 1. Essa é uma prioridade que o presidente Lula nos deu, seja para trabalhar no modelo tradicional ou até mesmo para que o FGTS possa financiar pessoas que tenham maior necessidade. É isso que temos feito. Todo esse trabalho que o ministério tem construído é para atender esse público", acrescentou.

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