Campanha de Flávio aposta em costuras estaduais e minimiza impacto de Vorcaro
Avaliação é de que senador tem mais apoio e palanques do que Bolsonaro recebeu em 2022
R7 Planalto|Lis Cappi, do R7, em Brasília
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Apesar de integrantes do centrão e parte dos aliados reconhecerem reservadamente a possibilidade de recalcular o apoio a Flávio Bolsonaro (PL) ou pelo menos o espaço que darão à imagem dele nas próprias campanhas, o entorno mais próximo do senador aposta na força de palanques estaduais para reverter o impacto eleitoral da ligação entre o político e o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro.
A avaliação é de que Flávio tem hoje mais palanques regionais do que o pai recebeu nas últimas eleições: foram fechados alinhamentos em 22 estados, enquanto Bolsonaro, em 2022, contou com dez, segundo as contas da equipe do senador.
Aliados ainda descartam o argumento de que Flávio “morreu” politicamente ou a possibilidade de que seja substituído por um outro nome na eleição. Outra expectativa de resultado é de melhoria de imagem ao longo da própria campanha, com o tempo de TV.
O otimismo de aliados próximos difere do ceticismo entre outros nomes da legenda e de governistas. Do lado de Lula, a avaliação é de que Flávio vai ter dificuldade de manter imagem contra o sistema e isenta de corrupção, frente à situação com Vorcaro.
Pesquisa divulgada pela Atlas/Intel, após repercussão do pedido de dinheiro ligado ao filme de Jair Bolsonaro, mostrou queda nas intenções de voto e impacto a Flávio Bolsonaro nas disputas ao Planalto.
O pré-candidato caiu seis pontos em cenário de comparação de eventual segundo turno. Uma das reações adotadas foi a busca para reforçar a base aliada, com discursos voltados ao eleitorado fiel.
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