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Líder da oposição chama debate sobre escala 6x1 de ‘oportunista’ e cobra rito sem ‘atropelo’

Rogério Marinho defende prazos regimentais no Senado; se regras forem mantidas, votação pode ocorrer na véspera do 2º turno

Brasília|Do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Rogério Marinho critica debate sobre fim da escala 6x1 como "oportunista" antes do 2º turno das eleições.
  • Senador defende que o rito regimental seja seguido, sem "atropelo", para a análise da proposta.
  • Marinho não revelou a posição da bancada caso a proposta seja votada na próxima semana.
  • A PEC sobre a redução da jornada de trabalho está em discussão no Senado, com cinco sessões de debate previstas antes da votação em primeiro turno.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Marinho evitou falar qual seria a sua posição caso a PEC seja colocada em votação Reprodução/TV Senado - Arquivo

O coordenador de campanha de Flávio Bolsonaro (PL) e líder da oposição, senador Rogério Marinho (PL-RN), disse nesta quarta-feira (7) que a discussão sobre o fim da escala 6x1 antes do 2º turno das eleições é “oportunista”.

O senador também cobrou que seja seguido o rito regimental para análise na Casa Alta, quando questionado sobre a estratégia da oposição em relação ao tema.

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“A estratégia é que o regimento seja cumprido, que haja discussão, que haja o interstício, que haja as sessões subsequentes. O que a gente quer é que o regimento seja cumprido, que não haja atropelo”, declarou Marinho após reunião do bloco Vanguarda, formado por senadores da oposição.

Marinho evitou falar qual seria a posição da bancada caso a proposta seja colocada em votação na próxima semana.

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Leia mais

Debate no plenário

A PEC que prevê a redução da jornada de trabalho está sendo debatida por senadores em plenário, como manda o rito de tramitação de propostas de emenda à Constituição.

São necessárias cinco sessões de debate antes da votação em primeiro turno. A primeira ocorreu nessa terça (6) e outras duas estão marcadas para esta quarta e quinta-feira (8).

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“O interstício entre o primeiro e o segundo turno será de, no mínimo, cinco dias úteis. Incluída a proposta em Ordem do Dia, para o segundo turno, será aberto o prazo de três sessões deliberativas ordinárias para discussão, quando poderão ser oferecidas emendas que não envolvam o mérito”, prevê o regimento do Senado.

As datas dependem do presidente da Casa, Davi Alcolumbre, que precisa pautar as discussões e ainda pode acelerar o processo. Contudo, caso seja seguido o regimento, a votação em segundo turno ocorreria poucos dias antes do 2º turno das eleições.

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