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Lula critica adversários em entrevista à RECORD: ‘Olha o meu vice e olha o vice deles’

Presidente disse ser o único capaz de emplacar políticas sociais que atendam à população e classifica oponentes como ‘mequetrefes’

Brasília|Lis Cappi e Yumi Kuwano, do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Lula critica adversários e defende sua chapa como a única capaz de implementar políticas sociais eficazes.
  • Destaca o trabalho de seu vice, Alckmin, e chama outros candidatos de "mequetrefes".
  • Cita propostas recentes como crédito para motoristas de aplicativos e incentivo à instalação de data centers.
  • Defende educação como meio de combater desigualdades e não protegerá seu filho de investigações.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

À RECORD, Lula defendeu sua chapa como a única capaz de emplacar políticas sociais Ricardo Stuckert/Campanha Lula - 15.09.2026

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que tenta a reeleição, criticou adversários e defendeu a sua chapa como a única capaz de emplacar políticas sociais que atendam à população ao longo dos próximos quatro anos.

“Olha outros candidatos. Um deles você fica sabendo pelo vice que ele escolheu. Outro dia você começa a escolher os candidatos pelo vice, olha o meu vice e olha o vice deles. O Alckmin tem tido um trabalho extraordinário”, afirmou, em entrevista ao Jornal da Record nesta terça-feira (15). Ele ainda afirmou que os demais candidatos são “mequetrefes”.


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Lula também citou exemplos de propostas emplacadas recentemente pela gestão, como a liberação de crédito para motoristas de aplicativos e táxi, e a que incentiva a instalação de data centers no país. O petista ainda citou a sanção ao marco de terras raras, prevista para esta quarta, como uma alternativa para beneficiar economicamente o país frente ao cenário internacional.

“A gente quer não só extrair como quer transformar aqui, industrializar aqui, e transformar as coisas aqui. Não queremos ficar refém da China ou dos EUA. Queremos que o Brasil sinta orgulho e que ele tenha a capacidade de fazer as coisas, e só eu posso fazer isso, pela minha biografia e pelo passado”, argumentou.


Outras propostas

Durante a entrevista, Lula destacou que a falta de respeito, assédio e salários menores ainda são realidades no Brasil, mas disse que tem um plano extenso para combater a violência contra a mulher se for eleito.

“Só vai resolver tudo quando a gente investir na educação. A criança tem que aprender que o homem não é melhor que a mulher já na creche, já no berço. Tem que aprender que nós somos iguais”, afirmou.


Sobre saúde, o candidato exaltou o SUS (Sistema Único de Saúde) e prometeu aumentar o número de cirurgias eletivas. Lula também falou de educação e afirmou que é mais “barato” investir nos jovens” do em presídios.

“Vamos universalizar o Pé de Meia, vamos criar cursos, vamos voltar a fazer [o programa] Ciência sem Fronteiras para formar engenheiro, para formar matemático”, comentou.


Lulinha: ‘Não nasceu para errar’

O presidente também voltou a defender que não vai proteger o filho, Fábio Luís da Silva, mais conhecido como Lulinha, de investigações.

“O meu filho não tem proteção”, disse. “Meu filho não nasceu para errar, nasceu para acertar. Agora abra as coisas do meu filho. Se tem insinuações, que abra. Se ele tiver culpa, ele vai pagar pela culpa dele. E ele sabe disso”, emendou. Lulinha é investigado pela suspeita de tráfico de influência.

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