Redata representa um avanço para a competitividade do Brasil em IA, diz Sindifor
Regime reduz impostos sobre equipamentos de data centers e prevê contrapartidas em pesquisa; sanção foi realizada nesta terça (15)
Brasília|Do R7
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Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

O Sindifor (Sindicato da Indústria de Software e da Tecnologia da Informação do Estado de Minas Gerais) declarou receber positivamente a criação do Redata (Regime Especial de Tributação para Serviços de Data Center), sancionado pelo governo federal nesta terça-feira (15).
O programa reduz a cobrança de impostos para equipamentos usados na instalação e na expansão de data centers no Brasil. A intenção do governo é atrair investimentos, aumentar a infraestrutura e a capacidade do país de armazenar e processar dados.
Em nota, o sindicato diz que “ao reduzir a tributação, o novo marco melhora a competitividade brasileira em uma infraestrutura que se tornou essencial para a inteligência artificial, a computação em nuvem, a indústria, os serviços públicos e a economia digital”.
“O Redata pode contribuir para que uma parcela maior dos dados gerados no Brasil seja armazenada e processada no próprio país”.
“Se bem regulamentado, o regime poderá aproximar os grandes investimentos em infraestrutura dos ecossistemas locais de tecnologia, criar oportunidades para empresas brasileiras e estimular a formação de profissionais em inteligência artificial, cibersegurança, engenharia de dados, redes e computação de alto desempenho”, diz outro trecho do texto divulgado.
Redata
O regime foi sancionado nesta terça-feira (15) pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
A iniciativa surgiu de uma medida provisória editada em setembro de 2025 e foi retomada pelo Projeto de Lei 278/2026, após a perda de validade da MP. O texto foi aprovado pelo Congresso.
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