Motta cria grupo de trabalho para discutir projeto que criminaliza a misoginia
Proposta equipara o ódio contra mulheres ao crime de racismo; texto já foi aprovado pelo Senado
Brasília|Lis Cappi, do R7, em Brasília
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O presidente da Câmara, deputado Hugo Motta (Republicanos-PB), criou nesta sexta-feira (24) um grupo de trabalho para discutir projeto referente à misoginia.
A proposta, já aprovada pelo Senado, estabelece que o ódio contra mulheres deve ser criminalizado com o mesmo rigor aplicado em casos de racismo.
🔎 Misoginia: o termo representa ódio, aversão ou preconceito contra mulheres. Em linhas gerais, corresponde a comportamentos masculinos que inferiorizam ou violam o direito de mulheres, como violência psicológica, física ou machismo.
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Na prática, o projeto propõe que a misoginia seja classificada como crime de discriminação ou preconceito, com pena de 1 a 3 anos de prisão, além de multa.
Os deputados terão um prazo de 45 dias para discutir a proposta, conforme decidido por Motta. O grupo será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e contará com um representante indicado por cada partido político na Câmara.
O prazo de funcionamento começará a contar a partir da instalação do grupo, depois da indicação dos nomes pelos líderes partidários. Caso o texto seja aprovado nos mesmos moldes do Senado, seguirá para sanção presidencial. Se houver mudanças, voltará para nova análise dos senadores.
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