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Motta cria grupo de trabalho para discutir projeto que criminaliza a misoginia

Proposta equipara o ódio contra mulheres ao crime de racismo; texto já foi aprovado pelo Senado

Brasília|Lis Cappi, do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Hugo Motta cria grupo de trabalho na Câmara dos Deputados para discutir a criminalização da misoginia.
  • Projeto, aprovado pelo Senado, equipara ódio contra mulheres ao crime de racismo.
  • A proposta prevê penas de 1 a 3 anos de prisão e multas para casos de misoginia.
  • Discussões terão prazo de 45 dias, coordenadas pela deputada Tabata Amaral, com integrantes indicados por cada partido.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Deputados terão um prazo de 45 dias para discutir a proposta, conforme decidido por Motta Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados - 22.04.2026

O presidente da Câmara, deputado Hugo Motta (Republicanos-PB), criou nesta sexta-feira (24) um grupo de trabalho para discutir projeto referente à misoginia.

A proposta, já aprovada pelo Senado, estabelece que o ódio contra mulheres deve ser criminalizado com o mesmo rigor aplicado em casos de racismo.


🔎 Misoginia: o termo representa ódio, aversão ou preconceito contra mulheres. Em linhas gerais, corresponde a comportamentos masculinos que inferiorizam ou violam o direito de mulheres, como violência psicológica, física ou machismo.

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Na prática, o projeto propõe que a misoginia seja classificada como crime de discriminação ou preconceito, com pena de 1 a 3 anos de prisão, além de multa.


Os deputados terão um prazo de 45 dias para discutir a proposta, conforme decidido por Motta. O grupo será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e contará com um representante indicado por cada partido político na Câmara.

O prazo de funcionamento começará a contar a partir da instalação do grupo, depois da indicação dos nomes pelos líderes partidários. Caso o texto seja aprovado nos mesmos moldes do Senado, seguirá para sanção presidencial. Se houver mudanças, voltará para nova análise dos senadores.

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