Logo R7.com
RecordPlus
R7 Brasília

Presidente do PCO é alvo de operação da PF que apura desvio de recursos eleitorais

PF cumpriu mandados de busca e apreensão contra Rui Costa Pimenta, candidato à Presidência, nesta terça-feira

Brasília|Augusto Fernandes e Gabriela Coelho, do R7, em Brasília

  • Google News

Adicione como fonte preferencial no Google

Opens in new window

LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A Polícia Federal iniciou a Operação Causa Própria para investigar desvio de recursos do Fundo Partidário e do Fundo Especial de Financiamento de Campanha.
  • Rui Costa Pimenta, presidente do PCO e candidato à Presidência, foi alvo de mandados de busca e apreensão.
  • Investigação aponta indícios de que recursos foram destinados a empresas e pessoas sem capacidade operacional compatível com os valores recebidos.
  • Medidas cautelares incluem bloqueio de contas, sequestro de bens e afastamento de investigados de funções de direção; possíveis crimes incluem apropriação indébita eleitoral e lavagem de dinheiro.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Rui Costa Pimenta
Rui Costa Pimenta é candidato do PCO à Presidência Reprodução/Instagram/@ruicpimenta

A Polícia Federal deflagrou nesta terça-feira (11) a Operação Causa Própria, que investiga um suposto esquema de desvio de recursos públicos provenientes do Fundo Partidário e do Fundo Especial de Financiamento de Campanha, conhecido como fundo eleitoral.

Entre os alvos de busca e apreensão está o presidente do PCO (Partido da Causa Operária) e candidato à Presidência da República, Rui Costa Pimenta. Além disso, a Justiça Eleitoral determinou o afastamento dele do comando do partido.


O R7 tenta contato com a defesa de Rui Costa Pimenta e aguarda retorno. Caso haja manifestação, o texto será atualizado.

De acordo com a PF, a investigação começou a partir da análise de prestações de contas eleitorais e partidárias apresentadas à Justiça Eleitoral, além de relatórios de inteligência financeira e de diligências realizadas pelos investigadores.


Segundo a apuração, há indícios de que recursos públicos destinados às atividades partidárias e eleitorais tenham sido direcionados a empresas e pessoas físicas que não teriam capacidade operacional compatível com os valores recebidos.

A PF também investiga possíveis vínculos diretos ou indiretos dessas empresas e pessoas com integrantes da estrutura partidária investigada.


Além das buscas, a Justiça Eleitoral determinou uma série de medidas cautelares. Entre elas estão o bloqueio de contas bancárias e aplicações financeiras, a indisponibilidade e o sequestro de bens, restrições patrimoniais e o afastamento cautelar de investigados de funções de direção e administração em entidades relacionadas aos fatos apurados.

A Polícia Federal afirma que os fatos investigados podem configurar, em tese, os crimes de apropriação indébita eleitoral, falsidade ideológica eleitoral e lavagem de dinheiro, além de outras possíveis infrações que possam ser identificadas durante o andamento das investigações.

Search Box

Fique por dentro das principais notícias do dia no Brasil e no mundo. Siga o canal do R7, o portal de notícias da RECORD, no WhatsApp

Últimas


Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.