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Queiroga diz que 69 milhões de brasileiros não tomaram 1ª dose de reforço contra a Covid-19

Ministro da Saúde usou as redes sociais neste sábado (12) para pedir aos cidadãos que se vacinem contra a doença

Brasília|Plínio Aguiar, do R7, em Brasília

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O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, durante audiência no Senado
O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, durante audiência no Senado Roque de Sá/Agência Senado

Em meio à alta de casos, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, informou neste sábado (12) que mais de 69 milhões de brasileiros não tomaram a primeira dose de reforço contra a Covid-19 e pediu para aos cidadãos que se vacinem.

Diversos hospitais privados têm registrado aumento exponencial no número de internados por Covid-19. Em alguns casos, o total de pacientes hospitalizados dobra a cada duas semanas, com aumento porcentual de mais de 100% no período.

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Queiroga confirmou que o número de casos no país demonstra alta e destacou que a pasta segue vigilante. "Quero lembrar também que mais de 69 milhões de brasileiros não tomaram a primeira dose de reforço contra a Covid-19. Já 32,8 milhões de pessoas poderiam ter recebido a segunda dose de reforço, mas ainda não se vacinaram", disse.

"Sabemos que as vacinas foram fundamentais para controlar a emergência de saúde provocada pela Covid-19. Por isso, peço que busquem as salas de vacinação. O ministério também disponibiliza os novos antivirais que têm sido importantes para tratar um grupo específico de pacientes", completou.

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Alguns dos principais hospitais privados da cidade de São Paulo registraram na última semana um aumento exponencial no número de internados por Covid-19, segundo levantamento feito pela reportagem. Em alguns casos, o total de pacientes hospitalizados dobra a cada duas semanas, com aumento porcentual de mais de 100% no período.

No Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, por exemplo, o número de pacientes internados com a doença passou de 18, no dia 31 de outubro, para 51, na sexta-feira (11), alta equivalente a 183%. Desse total, oito estavam hospitalizados no Departamento de Pacientes Graves, que reúne leitos de terapia intensiva e semi-intensiva.

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