R7 e RECORD são finalistas do Prêmio CNT de Jornalismo 2026
Reportagens ‘O Brasil sobre rodas, a fauna sob risco’ e ‘Gargalos do Brasil’ estão entre os trabalhos selecionados nesta edição
Brasília|Do R7, em Brasília

O R7 e a RECORD estão entre os finalistas do Prêmio CNT de Jornalismo 2026, uma das principais premiações do jornalismo brasileiro. As reportagens “O Brasil sobre rodas, a fauna sob risco”, produzida pelas repórteres Mariana Saraiva e Luiza Marinho, do R7 Brasília, e “Gargalos do Brasil”, da produtora Gabriela Coelho Patrício, da RECORD São Paulo, foram selecionadas nesta edição.
Com o tema “Sempre em movimento”, o Prêmio CNT reconhece trabalhos jornalísticos que abordam os desafios, as transformações, a inovação e a importância do transporte e da logística para o desenvolvimento do país. A edição de 2026 reúne sete categorias: Texto, Vídeo, Áudio, Fotojornalismo, Multiplataforma, Meio Ambiente e Transporte e Comunicação Setorial.
O Brasil sobre rodas, a fauna sob risco
Produzida pelas repórteres Mariana Saraiva e Luiza Marinho, a reportagem do R7 Brasília mostra os impactos da expansão das rodovias brasileiras sobre a fauna. A edição foi feita por Clarissa Lemgruber, Augusto Fernandes e Amanda Almeida, com arte de Luce Costa.
O trabalho revela que cerca de 475 milhões de animais silvestres são atropelados por ano nas estradas do país, segundo estimativa do Centro Brasileiro de Estudos em Ecologia de Estradas, da Universidade Federal de Lavras.
A reportagem mostra como a expansão da malha rodoviária, fundamental para o transporte de cargas e passageiros, também fragmenta habitats e aumenta os riscos para espécies brasileiras.
O especial reúne dados, histórias de vítimas de acidentes envolvendo animais e entrevistas com pesquisadores e especialistas para discutir como conciliar o desenvolvimento da infraestrutura de transporte com a preservação da biodiversidade.
Gargalos do Brasil
A reportagem “Gargalos do Brasil”, da RECORD São Paulo, integra uma série especial do Jornal da Record que investiga obstáculos estruturais que dificultam o crescimento do país.
O projeto aborda problemas relacionados à infraestrutura, transporte, qualificação profissional, energia, agronegócio e outros setores estratégicos da economia brasileira. A série utiliza dados, personagens e análises de especialistas para mostrar como diferentes gargalos afetam a produtividade, a competitividade e a vida da população.
No R7, o projeto também ganhou uma página especial com conteúdos complementares às reportagens exibidas na televisão, aprofundando temas como a dependência brasileira de fertilizantes importados, os problemas da malha ferroviária e a falta de mão de obra qualificada.
A série teve participação dos repórteres Emersom Ramos, Fábio Menegatti, Felipe Batista, André Tal e Romeu Piccoli. Gabriela Coelho e Isabella Placeres atuaram como produtoras, e Daiara Coelho foi a editora responsável pelo trabalho.
Premiação
Os trabalhos finalistas serão avaliados por uma comissão julgadora. O Prêmio CNT de Jornalismo 2026 prevê R$ 35 mil para os vencedores de cada categoria e R$ 60 mil para o trabalho escolhido como Grande Prêmio. A cerimônia de premiação será realizada em Brasília, em dezembro.
Esta é mais uma participação do R7 entre os finalistas do Prêmio CNT. Em 2024, o R7 Brasília chegou à final com o especial “Desafios do transporte para a mobilidade sustentável”. No ano seguinte, o portal teve duas reportagens finalistas: “Os caminhos que transplantam novas vidas” e “Macaúba no motor: e se o combustível do futuro já estiver plantado?”.
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