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Sergio Moro diz que é preciso derrubar ‘veto cruel’ de Lula para restaurar a justiça do país

Senador participa de sessão no Congresso Nacional, nesta quinta (30), que analisa veto do presidente ao PL da Dosimetria

Brasília|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O Congresso discute o veto de Lula ao projeto de lei da dosimetria que pode beneficiar Bolsonaro.
  • Sergio Moro critica o veto, chamando-o de "cruel", e defende a derrubada das punições desproporcionais.
  • Moro faz críticas à postura de Lula em relação à corrupção e à impunidade de crimes políticos.
  • A sessão ocorre após o Senado rejeitar a indicação de Jorge Messias ao STF, um evento raro na história recente.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

O senador Sergio Moro (PL-PR) classificou a decisão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de vetar o projeto de lei da dosimetria como “cruel”. Durante sessão no Congresso Nacional nesta quinta-feira (30), o político também criticou as punições dadas aos envolvidos nos atos de 8 de janeiro de 2023.

“Eu vim aqui com a minha esposa, a deputada federal Rosângela Moro, de mãos dadas e vamos votar para derrubar esse veto cruel que foi dado pelo presidente Lula. [...] Nós precisamos derrubar esse veto para restaurar a justiça e o equilíbrio deste país”, afirmou.


Homem de terno escuro e gravata verde fala ao microfone em plenário do Congresso Nacional. Atrás dele, parte da bandeira do Brasil e painéis verticais característicos do local.
Moro criticou as punições aos envolvidos nos atos de 8 de janeiro de 2023 Reprodução/Record News - 30.04.2026

O PL da dosimetria propõe a redução das penas dos condenados pela trama golpista de 8 de janeiro de 2023. A proposta pode beneficiar o ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado a 27 anos e 3 meses de prisão por tentativa de golpe de Estado.

Durante sua fala, Moro também criticou a postura do presidente Lula em relação aos crimes do passado envolvendo corrupção política e econômica no Brasil.


“Um presidente que passa a mão na cabeça dos criminosos, que elogia os condenados do Mensalão, que privilegia e abraça aqueles que roubaram a Petrobras lá no escândalo do Petrolão, que agiu com a sua base para dificultar as investigações da CPMI, do INSS, até com suspeita de envolvimento no Lulinha, mas, quando estavam em jogo as penas dos condenados do 8 de Janeiro, ele emitiu e aprovou esse veto cruel”, enfatizou.

A sessão no Congresso Nacional ocorre um dia após o Senado rejeitar a indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, ao STF (Supremo Tribunal Federal), algo que não acontecia há mais de um século.

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