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STJ nega pedido para soltar tenente-coronel acusado de feminicídio

No mês passado, Gisele foi encontrada morta no apartamento em que o casal morava

Brasília|Da Agência Brasil

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O STJ negou o pedido de soltura do tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, acusado de feminicídio.
  • A decisão foi baseada na ausência de descumprimento de determinada decisão do STJ no caso.
  • Geraldo foi preso após ser indiciado por feminicídio e fraude processual, devido à morte da esposa, Gisele.
  • Investigações revelaram ameaças encontradas no celular de Geraldo e tentativa de alterar a cena do crime.

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Na quarta-feira (18), Geraldo foi preso após ser indiciado por feminicídio e fraude processual Gisele Alves Santana/Instagram

O STJ (Superior Tribunal de Justiça) rejeitou nesta sexta-feira (20) pedido de soltura do tenente-coronel da Polícia Militar de São Paulo Geraldo Leite Rosa Neto, acusado de feminicídio contra sua esposa, a soldado da PM Gisele Alves Santana.

A decisão foi proferida pelo ministro Reynaldo Soares da Fonseca. O magistrado entendeu que o recurso protocolado pela defesa do oficial, uma reclamação, não pode ser usado para questionar o decreto de prisão emitido pela Justiça de São Paulo.

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‘Não houve nenhum provimento emanado desta corte superior, no processo em tela, que pudesse ser descumprido pelas instâncias ordinárias. Tem-se, portanto, manifesta a ausência de descumprimento de decisão proferida pelo Superior Tribunal de Justiça, o que inviabiliza, portanto, o conhecimento da presente reclamação", justificou o ministro.

Na quarta-feira (18), Geraldo foi preso após ser indiciado por feminicídio e fraude processual.

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No mês passado, Gisele foi encontrada morta no apartamento em que o casal morava. A polícia foi acionada pelo oficial e informada de que a soldado havia atentado contra a própria vida.

Com o desenrolar das investigações, o caso foi tipificado como feminicídio após mensagens encontradas no celular de Geraldo apontarem ameaças contra a esposa.

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Imagens captadas pelas câmeras corporais dos policiais que atenderam à ocorrência também mostraram a tentativa do tenente-coronel de alterar a cena do crime.

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