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TSE retoma nesta terça julgamento de ação contra ex-governador de Roraima

Antonio Denarium enfrenta acusações da coligação ‘Roraima Muito Melhor’, formada pelos partidos MDB, PSB, PL e PMB

Brasília|Gabriela Coelho, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O TSE retoma o julgamento de recurso contra o ex-governador de Roraima, Antônio Denarium.
  • Denarium e o vice, Edilson Damião, foram condenados por abuso de poder nas eleições de 2022.
  • A ministra Isabel Gallotti votou para manter a decisão do TRE-RR, enquanto outros ministros apresentaram votos distintos.
  • Denarium enfrenta acusações de irregularidades como distribuição de cestas básicas e aumento de gastos com publicidade durante o período eleitoral.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Segundo a denúncia, Denarium teria distribuído cestas básicas em 2022, ano eleitoral Valter Campanato/Agência Brasil - Arquivo

O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) volta a julgar, nesta terça-feira (28), um recurso contra a cassação pelo TRE-RR (Tribunal Regional Eleitoral de Roraima) dos mandatos do ex-governador do estado Antonio Denarium (Republicanos) e do vice Edilson Damião (União Brasil).

Os dois foram condenados por abuso de poder político e econômico nas eleições de 2022. O tribunal regional ainda decretou a inelegibilidade de Denarium e determinou a realização de novas eleições para o governo roraimense.


Em 2024, a relatora, ministra Isabel Gallotti, votou para manter a decisão do tribunal regional. Em seguida, o ministro André Mendonça apresentou voto-vista, acompanhando em parte o entendimento da relatora.

Em 14 de abril, em voto-vista, o ministro Nunes Marques votou para absolver Damião e impedir Denarium de disputar eleição até 2030. Logo depois, a ministra Estela Aranha pediu vista.


A ministra afirmou que devolveria o caso com rapidez e foi alertada pela ministra Cármen que teria que ser logo para que Cármen pudesse votar também.

Denúncia

O ex-governador enfrenta acusações da coligação ‘Roraima Muito Melhor’, formada pelos partidos MDB, PSB, PL e PMB.


Segundo a denúncia, o ex-governador teria distribuído cestas básicas em 2022, ano eleitoral; reformado casa de eleitores do estado por meio do programa “Morar Melhor”; transferido R$ 70 milhões em recursos para 12 municípios afetados por fortes chuvas sem observar os critérios legais; aumentado os gastos com publicidade institucional e feito promoção pessoal de agentes públicos.

No TSE, a defesa do ex-governador alegou que as “eleições foram animadas porque os partidos adversários fizeram verdadeira enxurrada de ações na Justiça Eleitoral”.

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