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Morre o ex-presidente do STF, Octávio Gallotti, aos 95 anos

Jurista integrou a Corte por 16 anos e presidiu Supremo entre 1993 e 1995; causa da morte ainda foi divulgada

Brasília|Edis Henrique Peres, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Morreu o ex-presidente do STF, Octávio Gallotti, aos 95 anos, sem causa da morte divulgada.
  • Gallotti integrou o STF por 16 anos e presidiu a Corte entre 1993 e 1995.
  • O Ministério Público Federal destacou sua defesa da democracia e compromisso com a Constituição.
  • Gallotti é lembrado por seu equilíbrio, independência e legado valioso para o Direito brasileiro.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Ministro morreu aos 95 anos; MPF lamentou e destacou vida dedicada a defesa da democracia Reprodução - arquivo

Morreu neste domingo (26) o ex-presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Octávio Gallotti, aos 95 anos. O jurista integrou a Corte por 16 anos e presidiu o Supremo entre 1993 e 1995. Segundo informações, o velório será realizado no Salão Branco do STF, na segunda-feira (27), das 10h às 17h. O sepultamento será na terça (28), no Rio de Janeiro.

Em nota, o presidente do STF, Edson Fachin, destacou o legado do ex-ministro. “Sua trajetória confunde-se com um período significativo da história institucional brasileira. Magistrado de notável cultura jurídica, espírito público exemplar e inabalável compromisso com a Constituição, o Ministro Gallotti deixou marcas permanentes na construção da jurisprudência e no fortalecimento das instituições democráticas do País”, escreveu.


O Ministério Público Federal também publicou uma nota de pesar e destacou que a vida pública de Gallotti foi marcada pela defesa da democracia. “O ministro Octávio Gallotti destacou-se pela sólida formação jurídica e pelo compromisso permanente com a Constituição e com a legalidade”, diz.

O órgão também defendeu que Gallotti tinha equilíbrio em sua atuação, independência e rigor técnico. “Deixa um legado de inestimável valor para o Direito brasileiro e para a consolidação do Estado Democrático de Direito e fortalecimento das instituições”, pontua.


“Neste momento de luto, o Ministério Público Federal expressa sua solidariedade aos familiares e amigos e a todos que conviveram e terão como lembrança seu exemplo de integridade e serenidade”, complementa.

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