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Twitter marca post de Erika Kokay sobre eleição como enganoso

Deputada disse que Jair Bolsonaro não teria sido eleito presidente se não houvesse fraude nas eleições de 2018

Brasília|Alan Rios, do R7, em Brasília

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Deputada federal Erika Kokay (PT-DF)
Deputada federal Erika Kokay (PT-DF)

O Twitter marcou uma publicação da deputada federal Erika Kokay (PT-DF) como enganosa. No post, ela diz que "Bolsonaro não seria presidente se as eleições de 2018 não tivessem sido fraudadas". A plataforma advertiu os usuários de que essa acusação é falsa e que "especialistas em eleições afirmam que os processos eleitorais no Brasil são seguros e protegidos".

A publicação foi feita nesta semana. Após o Twitter verificar a informação como enganosa, a plataforma passou a disponibilizar um link abaixo do tuíte da deputada com dados oficiais do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e dos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs), ressaltando que esses órgãos "estabeleceram uma série de parâmetros e processos de auditoria para garantir a segurança e integridade das eleições".


O Twitter ainda afirma que a Justiça Eleitoral realiza testes periódicos de segurança das urnas eletrônicas, além de oferecer relatórios de votos para mesários e fiscais de partidos políticos, Forças Armadas, Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e Ministério Público. A publicação da petista também foi questionada pelo próprio presidente da República, que respondeu com uma interrogação.

Nesta quinta-feira (2), Bolsonaro defendeu a parlamentar da oposição durante live em que criticou o TSE. "A Erika Kokay, em Brasília, disse que houve fraude em 2018. Deveria ser a primeira a aprovar o voto impresso. Quero saber qual a medida que [Alexandre de Moraes] vai tomar contra ela. Se bem que eu, particularmente, acho que não tem que tomar medida nenhuma. É um direito dela."

Após a repercussão, Kokay se defendeu afirmando que "as urnas eletrônicas são inquestionáveis". Segundo ela, "a fraude das eleições de 2018 está na prisão política de Lula".

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