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PL e o desafio de uma vice mulher para Flávio Bolsonaro

Cúpula do partido dobra aposta por estratégia, mas esbarra com desafio de nome fora da legenda

R7 Planalto|Lis Cappi, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O PL busca uma vice mulher para a chapa de Flávio Bolsonaro, visando atrair o eleitorado feminino.
  • Quatro mulheres foram consideradas para a posição, mas há dificuldades em encontrar um nome fora da legenda.
  • Priscila Costa foi cotada inicialmente, mas a busca por uma vice mulher gerou divisões internas no PL.
  • Teresa Cristina, do PP, é a favorita, mas ela prefere permanecer no Senado e há resistência dos partidos aliados em apoiar Flávio.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Flávio Reprodução/Flickr - Flávio Bolsonaro

O PL decidiu reforçar a aposta para uma vice mulher para fechar a chapa de Flávio Bolsonaro e diminuir a resistência do eleitorado feminino, que enfrenta um desafio ainda maior depois dos vídeos divulgados por Michelle Bolsonaro. Mas o entorno de Flávio enfrenta dificuldade em encontrar um nome fora da própria legenda.

Desde o anúncio da pré-candidatura, quatro políticas mulheres foram aventadas para a posição. Três são deputadas do próprio do Partido Liberal. Priscila Costa (CE), vice-presidente do PL mulher, foi fortemente cotada no início das buscas por causa da avaliação de que poderia aproximar eleitores do Nordeste. Ela passou a ser aposta de Michelle para o Senado. As divisões de posições acabaram levando o partido a um racha no Ceará.


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Também são cotados os nomes de Júlia Zanatta (SC) e Bia Kicis (DF), com declarações de nomes próximos a Flávio. Mas são opções que, na avaliação de outros nomes da legenda, agregariam poucos votos. Pesa contra as deputadas serem de estados que já dão apoio majoritário a Flávio.

Dentro do próprio PL, outras políticas que defendem o cargo de vice a uma mulher demonstram relutância por uma chapa pura e dão preferência para que a posição fique com uma política de outro partido. O cenário ideal lida com a falta de opções.


Outro partido

A favorita para a posição é a senadora Teresa Cristina, do PP, mas apesar de ser defendida pela cúpula do partido, ela afastou a possibilidade e quer se manter no Senado. Também pesa a posição da própria legenda: o Progressistas e o União Brasil relutam apoio a Flávio desde operações da PF contra o presidente do PP, senador Ciro Nogueira.

O afastamento ao antigo aliado repercutiu mal dentro do partido, que tende a se manter neutro e liberar decisões para políticos de cada estado. Nesse cenário, o apoio a Flávio pode ficar fragmentado e ser adotado apenas onde fizer sentido entre as estratégias locais.

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