Master: Vorcaro pode se livrar de denúncia se comprovar que não comandava esquema; entenda
Negociações sobre delação premiada avançam desde março, quando banqueiro assinou termo de sigilo sobre operações do banco
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Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

O dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, está pronto para fazer a delação premiada. A defesa dele finalizou a proposta de acordo e entregou o documento à Polícia Federal e à PGR (Procuradoria-Geral da República). Os advogados do banqueiro aguardam uma reunião com representantes dos órgãos nos próximos dias para tratar do tema.
As negociações ocorrem desde março, quando foi firmado o termo de sigilo sobre as operações do banco que estão sob a mira das autoridades.
O R7 apurou que celulares ainda passam por perícia e que, após essa análise, começa a negociação dos termos do acordo.
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Na prática, Vorcaro é apontado como líder do esquema e, por isso, não pode deixar de ser denunciado — a não ser que consiga se descaracterizar dessa posição de comando, por exemplo.
Ele também terá de oferecer informações verdadeiras e verificáveis, capazes de contribuir concretamente para o avanço das investigações — não bastará, nesse caso, fornecer apenas relatos genéricos.
Depois disso, haverá a etapa para tomada de depoimentos e assinatura do acordo. Se acharem que as informações fornecidas não são suficientes, PF e PGR podem rejeitar a proposta ou pedir dados complementares.
Todos os possíveis benefícios concedidos serão baseados em acordos anteriores e nas previsões legais. No entanto, no caso específico de Vorcaro, ainda não há informações sobre o que vai ocorrer, pelo fato de a delação ainda não ter sido homologada.
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