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Caso Gael: cidade que recebeu funeral decreta luto de três dias

Família paterna do garoto vive em Prata, município de 4,2 mil habitantes no interior da Paraíba onde o garoto foi sepultado

Cidades|Do R7, com informações da Record TV

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Cortejo em direção ao cemitério para o enterro do menino Gael em Prata (PB)
Cortejo em direção ao cemitério para o enterro do menino Gael em Prata (PB)

Por conta do clima de comoção na cidade de Prata, no interior da Paraíba, a 300 km de João Pessoa, a prefeitura decretou luto de três dias nesta terça-feira (12), data marcada pelo funeral de Gael, de 3 anos.

O menino morreu em São Paulo e foi velado e enterrado no pequeno município de 4,2 mil habitantes do Cariri paraibano, onde nasceu o pai e vive a família paterna dele. A principal suspeita da morte é a mãe do garoto, que está presa na penitenciária de Tremembé, no interior de São Paulo.


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Quando o corpo do menino chegou, por volta das 22h de quarta-feira (12), muitas pessoas já aguardavam o caixão, e foi assim assim durante todo o velório.

Para atender a uma recomendação do Ministério Público Estadual, o acesso ao local onde o corpo estava sendo velado foi controlado para evitar aglomerações e o contágio pelo novo coronavírus. Como a quantidade de pessoas aumentou muito durante o início da manhã, a família decidiu realizar os últimos momentos do velório na calçada, para que todos pudessem dar o último adeua. Durante todo tempo, emoção e homenagens


Um dos momentos mais emocionantes foi a despedida da avó, que sequer conhecia o menino pessoalmente, mas falava com a criança todos os dias pela internet e esperava ansiosa a chegada do neto à Paraíba.

Visivelmente abalado, o pai do menino fez questão de relembrar os últimos momentos que teve ao lado da criança. “Brincou muito, se divertiu muito, com certeza”, contou Felipe Nunes.


Felipe estava separado da mãe de Gael há cerca de um ano e tinha a guarda compartilhada da criança. Ele evitou falar sobre a ex-companheira e disse que preferia lembrar apenas dos momentos bons que viveu ao lado do seu único filho. “Só alegria, e é isso que vou guardar dele. Me chamando de papai, papai, te amo”, afirmou.

O cortejo até o cemitério foi marcado pela presença em massa dos moradores. Muitos acompanharam a passagem do corpo do menino nas calçadas. Na porta do cemitério, houve mais homenagens.

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